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Comprometimento é importante na hora de conseguir um emprego

      
Comprometimento é importante na hora de conseguir um emprego
Comprometimento é importante na hora de conseguir um emprego  |  Fonte: Universia Brasil

É evidente que um currículo completo, contendo experiências relacionadas à vaga e outras informações objetivas, destaca-se entre os demais. Mas, para que o recrutador valorize ainda mais um candidato, precisa reconhecer nele características comportamentais que se alinhem ao cargo e à cultura organizacional da empresa contratante. A razão é simples: profissionais que compartilham de valores próximos aos da organização em que trabalham são mais motivados, produzem e entregam mais e demonstram mais satisfação com suas funções.

A importância do comprometimento

Embora inúmeras qualidades sejam valorizadas em um profissional, os gestores concordam: comprometimento é a característica fundamental para conseguir um emprego e construir uma carreira de sucesso. Na prática, o funcionário comprometido é aquele que é responsável, nunca deixa a equipe na mão e está sempre empenhado em alcançar novos objetivos. Ele enxerga além da sua função no processo produtivo da empresa, ou seja: além de fazer a sua parte, acompanha as etapas que virão em sequência. Essa atitude não é apenas positiva para o clima da organização, mas também proporciona muito mais qualidade ao produto final.

Porém, antes mesmo de conquistar a vaga desejada em uma empresa, diversas atitudes podem demonstrar o nível de comprometimento de um candidato. A pontualidade é uma delas. É comum ouvir casos de profissionais que confirmam a participação em qualquer etapa de um processo seletivo e acabam não comparecendo e nem ao menos justificando sua ausência. A máxima de tratar os outros como gostaria de ser tratado se aplica em todas as esferas da vida e no campo profissional não é diferente. Assim, mesmo um simples atraso à entrevista precisa ser comunicado. Tenha certeza de que, entendendo o seu interesse, a área de recrutamento e seleção lhe compreenderá e fará todo o possível para lhe dar uma nova oportunidade, se for o caso.

Como os recrutadores avaliam o seu comprometimento

Além do clássico exemplo citado acima, sobre a responsabilidade com os horários, os recrutadores consideram sua performance ao longo de todo o processo seletivo. Para isso, utilizam ferramentas de análise comportamental, a partir das quais podem avaliar sua conduta em atividades comuns no dia a dia da empresa contratante, bem como em situações hipotéticas.

Através de inúmeras atividades, eles conseguem identificar os participantes que prestam atenção em tudo o que fazem, terminam todas as tarefas com precisão e no prazo, sem deixar nada pela metade. Percebem também quais têm perfil proativo, oferecem soluções, demonstram vontade de aprender, perguntam quando não sabem algo, são persistentes e trabalham bem em equipe — todas competências altamente requisitadas pelo mercado de trabalho.

Como estar pronto (e comprometido) para o mercado de trabalho

O ensaio para a vida adulta começa bem cedo, já na escola, quando são solicitadas tarefas, repletas de prazos, regras e outros pontos em comum com o que virá no futuro. Ainda assim, é consenso que existem lacunas na preparação dos jovens para o mercado de trabalho. Poucas são as experiências práticas ao longo do processo de formação e as relações entre empresas e universidades também não conseguem dar conta dessa questão. O resultado aparece bem mais tarde, na hora de conseguir um emprego, quando o mercado requisita do estudante inúmeras competências que ele não teve a oportunidade de desenvolver.

Como se trata de um sistema educacional já consolidado, a solução para essa dinâmica acaba ficando por conta de cada um, de maneira individual e nem sempre coordenada. Para as instituições de ensino, é interessante focar no desenvolvimento das potencialidades de cada aluno. Isso significa ir além da grade curricular, desenvolvendo ações que estimulem o autoconhecimento, a criatividade, a solução de problemas e o espírito empreendedor, através de programas de mentoria, de reconhecimento de talentos, entre outras ações.

Para o estudante e futuro profissional, vale arriscar-se em atividades fora da escola, que favoreçam a sua integração com o mundo exterior. Alguns exemplos são: a prática de esportes, a participação em programas de voluntariado e competições educacionais e, se possível, em programas de intercâmbio. Aliás, existem vários programas de bolsas de estudo no exterior, fique atento!

Por partes das empresas, é interessante que reforcem suas parcerias com as universidades e, ainda, busquem uma participação mais ativa na vida do estudante (estagiário) ou do recém-formado (trainee). Além da criação de programas voltados à inclusão desses profissionais em início de carreira, é importante que haja um acompanhamento de suas primeiras atividades, feedbacks contínuos, desenvolvimento de materiais direcionados, entre outras ações. O retorno desses investimentos virá por parte do mais novo colaborador, que estará mais empenhado, trará sugestões atuais e transmitirá essa motivação aos demais colegas de trabalho e até para fora da empresa.

Tem dúvidas sobre como conseguir um emprego? A Universia está aqui para ajudá-lo! Seja você um estudante à procura do primeiro contato com o mercado de trabalho ou um profissional recém-formado, estamos prontos para orientá-lo. Fale com a gente! Deixe o seu comentário ou envie sua pergunta. Boa sorte!

 


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