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Nunca se faça de vítima em uma entrevista de emprego

      
Nunca se faça de vítima em uma entrevista de emprego
Nunca se faça de vítima em uma entrevista de emprego  |  Fonte: Universia Brasil
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Algumas atitudes são seriamente desaprovadas por recrutadores em entrevistas de emprego. Ter uma conduta profissional ao longo da conversa é fundamental para que o candidato mostre que está apto para ingressar na empresa contratante.

Há profissionais no mercado que, para conquistarem vagas, utilizam táticas como o vitimismo. Por exemplo, em todas as suas falas procuram mostrar como estão precisando arranjar um emprego para continuarem se sustentando ou pagando algumas contas, como a da faculdade.

Essa situação é real e acontece, infelizmente, com muitas pessoas – especialmente em tempos de crise econômica e política, na qual o desemprego está em alta. Mas não pode ser utilizada como justificativa em uma entrevista de emprego.

Existem diversas formas de expor a necessidade de estar empregado, como o desejo de desenvolver a carreira, de aprimorar as habilidades profissionais, de ingressar em uma empresa renomada no mercado, de contribuir com as necessidades da área etc.

O candidato não precisa falar sobre estar preocupado com suas contas atrasadas, pois o entrevistador não encarará essa atitude como positiva. Se o profissional pode, em suas respostas, explicar como consegue cooperar com o progresso da organização, não deve desperdiçar tempo da conversa apelando para tentativas emocionais.

Outro quadro de vitimismo comum em processos seletivos, é um candidato tentar justificar sua saída dos empregos anteriores culpando as empresas em que trabalhou. A experiência pode ter sido realmente péssima, mas não cabe desabafar a respeito para o entrevistador – que pode interpretar a crítica ao trabalho como uma atitude comum à realidade do profissional.

Para explicar o porquê de ter trocado de emprego, o candidato pode falar que não havia se adaptado à cultura organizacional da empresa ou que estava em busca de novos desafios profissionais, mas não falar mal sobre seu antigo chefe ou equipe.

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