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Sala de aula invertida: um guia para entender e implementar o modelo

      
O trabalho em grupo durante a aula é uma das atividades bastante exploradas na classe invertida.
O trabalho em grupo durante a aula é uma das atividades bastante exploradas na classe invertida.  |  Fonte: iStock

Existe um novo modelo de educar crescendo entre professores do mundo todo: a sala de aula invertida. Essa estratégia pedagógica é uma inversão do modelo tradicional de ensino, ou seja, do formato em que o professor explica a matéria na sala de aula e passa tarefas de casa e trabalhos em grupo para serem realizados fora da escola.


O modelo educacional da sala de aula invertida propõe que o ensino seja encarado de uma forma diferente: os alunos absorvem o conteúdo passivamente em casa, por meio de livros e aulas gravadas, e realizam atividades em grupo e resolvem exercícios em sala de aula. Essa inversão está sendo implementada em diversos níveis de ensino, pois oferece uma série de benefícios para o aprendizado.


Quer saber mais sobre a sala de aula invertida, conhecer suas vantagens e entender como ela deve ser implementada? Então continue lendo este artigo. 

Sala de aula invertida: o que é

A sala de aula invertida consiste em um modelo educacional no qual os estudantes absorvem o conteúdo das disciplinas em casa, por meio de diferentes materiais didáticos, enquanto o horário em sala de aula com o professor é transformado em um momento para o desenvolvimento de atividades e colaboração em grupo.


Nesse modelo, que tem conquistado cada vez mais adeptos, os estudantes fazem em casa o que se fazia na aula presencial, o que permite que a sala de aula se torne um espaço de projetos colaborativos, esclarecimento de dúvidas e exploração do conteúdo de forma mais profunda.


Embora os vídeos de aulas gravadas sejam a forma mais comum de aprendizado em casa, há uma série de materiais didáticos que podem servir a esse objetivo, como textos, materiais on-line e até mesmo jogos. O modelo da sala de aula invertida propõe o uso inteligente de ferramentas tecnológicas, como smartphones e notebooks, a favor da aprendizagem.


Segundo contou à Universia o professor Jonathan Bergmann, criador desse modelo educacional e autor de nove livros sobre o tema, a sala de aula invertida é a forma mais fácil de passar de uma metodologia passiva de aprendizagem para uma metodologia ativa. Ou seja, o que a classe invertida busca, acima de tudo, é que o aluno aprenda de forma ativa, algo que diversas pesquisas indicam ser uma ótima forma de impulsionar o aprendizado.

Vantagens da sala de aula invertida

O modelo educacional da classe invertida é relativamente novo, mas já foi adotado nas salas de aula de universidades de grande prestígio, e várias pesquisas apontam para bons resultados. Entre elas, está o experimento realizado na Universidade de Villanova, na Pensilvânia, Estados Unidos. O estudo mostrou que a sala de aula invertida beneficiou toda a turma, mas principalmente os alunos que tinham o pior desempenho.


No Brasil, apesar de ainda pouco difundida, a metodologia já alcançou bastante sucesso. Um dos casos bem-sucedidos pode ser observado no IME – Instituto Militar de Engenharia. O outro, na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Segundo Andrea Ramal, diretora do GEN Educação e doutora em Educação, ambas as instituições estão usando o modelo no ensino de Engenharia. De acordo com ela, “isso é bem interessante, pois costuma-se associar a sala de aula invertida a áreas como humanas e ciências sociais, enquanto, na verdade, ela pode ser bem aplicada em qualquer disciplina e área do conhecimento”.


Veja, a seguir, três grandes benefícios que esse modelo educacional traz para professores e alunos.

1. O professor pode ajudar melhor o aluno

A principal vantagem do modelo da sala de aula invertida é que quando o aluno está usando a maior parte da sua energia (tentando resolver problemas, responder perguntas ou trabalhar em grupo), o professor está lá para oferecer ajuda.


Ao invés de mandar os estudantes para casa com problemas para resolverem por conta própria, os alunos chegam à sala de aula com questões que eles mesmos desenvolveram ao assistir a uma aula gravada. Isso também ajuda os educadores a perceber onde a compreensão de um aluno está falhando e a dedicar uma atenção personalizada a cada estudante, em especial aos que estão com dificuldades de entender a matéria.


O modelo da classe invertida permite um melhor aproveitamento dos encontros presenciais. Para Stavros P. Xanthopoylos, professor do Instituto de Desenvolvimento Educacional da Fundação Getulio Vargas (FGV IDE) : “É no encontro tácito que ocorre o aprendizado em si e, portanto, ele vale muito”. Além do mais, os professores podem usar os dados das atividades on-line para planejar aulas que atendam às necessidades da classe.

2. Os alunos ficam mais ativos e engajados

Debates, trabalhos em grupo e atividades práticas engajam mais os alunos do que aulas expositivas, que muitas vezes perdem a atenção dos estudantes após alguns minutos. O envolvimento ativo de todos facilita e melhora o processo de aprendizado.


De acordo com Andrea Ramal, a sala de aula invertida desloca o aluno do papel de ouvinte passivo e o torna um participante fundamental do seu aprendizado. “A sala de aula invertida é um modelo metodológico mais alinhado com as novas formas de aprender, pois confere ao estudante mais autonomia, estimula seu protagonismo e seu papel mais ativo, além de partir dos princípios de flexibilidade e personalização”, afirma ela. Como resultado, os alunos ficam mais engajados, as aulas são mais produtivas e o professor gasta menos tempo explicando o conteúdo.


A Flipped Learning Network, uma organização que faz palestras, eventos e workshops para discutir sobre a sala de aula invertida, usa a teoria do aprendizado de Benjamin Bloom para construir um argumento parecido ao de Andrea.


Segundo Bloom, existem diferentes níveis de aprendizado, que resultam em diferentes níveis de eficiência. No campo cognitivo, que é onde a escola atua, ele classifica o aprendizado passivo como o nível menos eficiente, enquanto o aprendizado engajado, que envolve sínteses, avaliações e o trabalho em projetos, por exemplo, requer um nível cognitivo maior. O modelo da sala de aula invertida leva isso em consideração e cria um ambiente onde os alunos podem realizar na escola o trabalho cognitivo pesado, deixando a parte fácil para ser feita em casa.

3. O estudante pode aprender no seu próprio ritmo

Quando o aluno assiste a um vídeo ou tem acesso a qualquer outro material didático em casa, ele pode aprender no próprio ritmo. No caso de videoaulas, ele pode pausá-las e/ou assisti-las novamente quando for necessário. Isso é especialmente útil para estudantes com dificuldades no aprendizado.


Com a sala de aula invertida, o estudante pode anotar com tranquilidade as informações mais importantes da matéria, assim como as suas dúvidas. Além disso, ele pode escolher o horário que considera mais propício para o seu aprendizado.

Sala de aula invertida: desvantagens e erros

As escolas que queiram adotar o modelo da sala de aula invertida devem estar cientes de que existem alguns pontos negativos nesse modelo educacional. O primeiro deles é que é um desafio pedir aos professores que dediquem o tempo necessário para gravar aulas com antecedência e de forma que elas sejam interessantes o suficiente para prender a atenção dos estudantes em casa.


Para Andrea Ramal, os principais desafios estão na necessidade de autonomia e autodisciplina por parte dos estudantes. “Além disso, um desafio está na mudança do perfil de professor”, afirma ela. “Em vez de expor longas explicações, como se fosse um apresentador de conteúdos, o professor passa a ser um orientador de estudos e mentor do itinerário de aprendizagem de cada estudante.”


Outro possível problema é que os alunos precisam dispor dos equipamentos apropriados para assistir às aulas de casa. Isso inclui um computador ou celular e uma Internet confiável. Por isso, estudantes com menos recursos podem ser prejudicados. Embora afirme que a sala de aula invertida venha sendo aplicada no mundo todo, nas mais diversas escolas, Jonathan Bergmann admite que o modelo exige mais criatividade e trabalho em escolas com alunos que vivem em situações mais precárias.


Outra questão é que os alunos podem achar que, se já aprenderam o conteúdo em casa, as aulas são desnecessárias. Para combater isso, é importante que as atividades em sala de aula sejam envolventes, engajadoras e enriquecedoras; assim, os estudantes não sentirão que estão perdendo seu tempo.


Além dos desafios que a classe invertida apresenta, também há alguns erros comuns quando se trata de implementar esse modelo. Confira os cinco principais erros, abaixo:

1. Ter uma definição simplista do que é uma sala de aula invertida

Se a sua definição do que é uma sala de aula invertida for simplista demais, a estratégia não funciona. Uma classe invertida não se trata apenas de estudantes assistindo a vídeos antes da aula, mas sim de uma forma de permitir que os aprendizes ocupem um papel mais central no próprio aprendizado. Envolva os estudantes em uma experiência de pensamento crítico durante a aula e deixe a parte mais fácil para a tarefa de casa.

2. Resultados do aprendizado mal definidos

Se os alunos não sabem por que devem fazer algo, eles simplesmente não vão fazê-lo. Mas você não precisa usar o medo de uma prova para motivar envolvimento. Definir uma capacidade que eles vão obter depois de uma atividade já é motivação suficiente. Então, para que a sua aula invertida funcione, é vital que todos os envolvidos saibam desde o início qual é a finalidade desse modelo educacional. Caso contrário, a atividade será frustrante para alunos e educadores.

3. Falta de planejamento

Uma das maiores responsabilidades do professor de uma sala de aula invertida é planejar. Planeje os resultados do aprendizado. Crie um plano de lições. Planeje cada passo das atividades que você vai usar em aula. Pense em como a atividade invertida vai ser introduzida. Pense nos materiais necessários e na finalidade de cada um deles.


Mais importante, lembre-se de que uma sala de aula invertida é barulhenta e dinâmica. Estudantes vão conversar, compartilhar ideias e resolver problemas. Alguns alunos vão usar o celular para encontrar o que precisam. E você precisa ter um planejamento flexível o suficiente para permitir isso.

4. Propor uma atividade grande demais

Comece com algo pequeno e evolua a partir disso. Tentar fazer uma atividade grande demais na sua primeira experiência com o modelo invertido pode levar ao estresse, tanto para você quanto para seus estudantes.

5. Inverter tudo

Mudar o que já está funcionando não é uma boa ideia. Se os seus estudantes já estão entendendo a matéria com o método que você está usando, pode ser que não valha a pena repensar sua estratégia. Ao invés disso, procure por “momentos de inversão”, ou seja, pontos de dificuldade na sua classe que podem se beneficiar da sala de aula invertida em determinados momentos.

Como montar uma aula invertida

A sala de aula invertida exige muito planejamento e o preparo cuidadoso dos materiais didáticos a serem utilizados em casa. O aprendizado fora da escola deve ser aprofundado em sala de aula, onde atividades envolventes e enriquecedoras também precisam ser bem planejadas.


Mas além de tudo isso, para saber como montar uma aula invertida, é preciso saber como preparar os alunos para esse novo modelo educacional. É vital que os estudantes se preparem com antecedência e cheguem à escola prontos para realizar atividades dinâmicas e desafiadoras em conjunto com os seus colegas.


Mas como convencer um grupo de alunos a realmente realizar o trabalho de casa? Veja a seguir oito métodos que você pode usar para encorajar os seus estudantes:

1. Redefina os papéis

Da mesma forma que você está aprendendo a ensinar dessa nova forma, seus estudantes estão descobrindo como aprender desse jeito. Para que isso funcione, todas as partes precisam estar cientes do que está acontecendo. Logo no começo do ano letivo, faça uma atividade explicando o que é o aprendizado invertido e permita que eles construam com você o modelo das aulas. Responda perguntas, resolva preocupações e os encoraje a confiar no processo.

2. Tente entender a situação

Quando estudantes chegam na sala de aula despreparados, é fácil presumir que eles são preguiçosos ou desinteressados. Mesmo que esse possa ser o caso de alguns, outros são estudantes esforçados e motivados. Algo diferente pode estar acontecendo com eles para que continuem a insistir na falta de preparo.


Uma das respostas para essa situação está na pesquisa dos doutores Richard Felder e Rebecca Brent. Em um estudo sobre aprendizado ativo eles chegaram à conclusão de que estudantes forçados a se responsabilizar pelo seu próprio aprendizado podem passar por alguns ou todos os estágios do luto: choque, negação, fortes emoções, resistência, luta, volta à confiança e, por fim, integração e sucesso.

3. Cuide do medo

O medo destrói a participação em qualquer sala de aula. Se os alunos estão com medo, podem até se preparar para a aula, mas dificilmente vão participar dela. Talvez seja medo de errar diante de toda a classe. Ou medo de ser ridicularizado pelos colegas.


Se para alguns alunos estar envolvido na aula é arriscado e assustador, crie um ambiente em que seja seguro compartilhar ideias e colaborar com os outros. Para isso, não basta dizer que você espera que todos participem, ou pior, tentar usar notas para intimidar seus alunos a participarem. Traga casos de sucesso, mostre com dados concretos como a participação em aula faz diferença no desempenho dos alunos e os convença de que participar é uma boa ideia, ao mesmo tempo que conscientiza a turma de que não é aceitável ridicularizar o colega.

4. Esclareça o objetivo

É importante que você e os seus alunos saibam qual é o objetivo de cada lição. Os resultados devem ser claros e mensuráveis, para que tanto o professor quanto os estudantes sejam capazes de avaliar se o objetivo foi cumprido ou não.


Se a atividade antes da aula é, por exemplo, “ler o capítulo 5”, você deve dar instruções claras sobre como essa leitura deve ser feita e com que objetivo. Como eles devem ler isso? Trata-se de um questionário ou de uma reflexão? O que eles devem ser capazes de fazer quando terminarem o capítulo? O que eles podem trazer como evidência física de que terminaram a atividade pré-aula? Qual é o resultado de ler o capítulo 5?


As respostas para essas perguntas devem estar conectadas com as atividades feitas durante a aula e precisam motivá-los a continuar fazendo as atividades na hora certa. Se os estudantes estiverem cientes de que seu trabalho vai valer a pena, a probabilidade de eles se prepararem é bem maior.

5. Estabeleça prazos

Dar estrutura para os seus alunos os ajuda a se planejar para as atividades fora da sala de aula e aumenta as chances de se prepararem. Por isso, ofereça uma estimativa de quanto tempo a atividade de preparação deve durar.


Por exemplo, suponha que a atividade proposta é a de que os alunos assistam a um vídeo, respondam a cinco questões e mandem as respostas pelo site da sala. Separe cada uma das etapas e explique que o vídeo tem 15 minutos e que as perguntas devem levar aproximadamente 15 minutos para serem respondidas.


Para chegar a esse número, faça a atividade e depois dobre ou triplique o tempo que você levou para completá-la (afinal, você já sabe as respostas, eles vão ter que aprendê-las). Outra dica é informar em que partes da atividade estão as informações mais importantes, assim eles serão capazes de prestar mais atenção nas partes certas. Lembre-se: não importa quão bom um vídeo é, nem tudo nele é igualmente importante.

6. Crie conexões

Se um aluno se sente sozinho quando está fazendo as atividades pré-aula, ele provavelmente não vai continuar a fazê-las por muito tempo. É importante que ele sinta que, se encontrar um problema, vai ter alguém para ajudá-lo. Essa sensação pode ser criada com um fórum entre a sala para resolução de problemas ou com a definição de algumas horas e datas em que você se disponibiliza a responder às dúvidas dos estudantes, on-line ou pessoalmente.

7. Identifique com rapidez os problemas

Às vezes, os estudantes passam tempo demais nas partes erradas da atividade antes da aula e depois ficam frustrados quando percebem que perderam tempo. A probabilidade desse estudante cometer o mesmo erro e, eventualmente, chegar à conclusão de que as atividades preparatórias são inúteis é muito grande. Por isso, além de dar instruções claras, é importante que você acompanhe o desenvolvimento dos estudantes, de modo a perceber quando coisas assim acontecem.

8. Instrua os alunos

Veja a seguir uma lista que você pode passar para os seus alunos sobre como eles devem se comportar em uma sala de aula invertida.

Como e quando assistir aos vídeos

1. Quando estou sentado em um lugar quieto e sem distrações.

2. Coloquei meu celular no modo silencioso.

3. Fechei todas as outras abas no meu computador ou celular.

4. Eu não estou conectado às redes sociais enquanto assisto ao vídeo de aula.

5. Eu tenho o meu caderno em mãos e estou anotando as informações importantes.

6. Eu uso fones de ouvido para ouvir os vídeos.

Dicas para fazer anotações:

1. Eu tomo notas cuidadosas ao longo do vídeo.

2. Eu pauso o vídeo com frequência para anotar.

3. Eu volto o vídeo quando não entendo alguma coisa.

4. Quando meu professor pede que eu pause o vídeo e resolva um problema, é isso o que eu faço.

5. Se existem questões a serem respondidas no vídeo, eu as respondo.

6. Quando eu não entendo algo, anoto a pergunta no meu caderno.

7. Eu levo as perguntas para a sala de aula e peço ajuda do meu professor para esclarecê-las.

Como participar da aula:

1. Eu faço perguntas ao meu professor.

2. Participo ativamente das atividades da aula.

3. Trabalho em conjunto com os meus colegas.

4. Ofereço ajuda com as coisas que eu entendo.

5. Aceito a ajuda dos meus amigos quando eles entendem mais do que eu.

Como usar o smartphone na sala de aula invertida?

É possível que muitos dos seus alunos não possuam um tablet, nem um notebook para estudar. No entanto, é bem provável que tenham um smartphone, que pode servir não só para assistir a vídeos e acessar materiais didáticos em casa, mas também para realizar atividades na escola.


Na sala de aula invertida, o professor pode selecionar uma temática, dividir os alunos em grupos e pedir-lhes que preparem um tema. Com seus celulares, os alunos poderão montar um vídeo, fazer fotos, gravar áudios, preparar apresentações, criar blogs e explorar muitas outras ferramentas, de modo a desenvolver sua criatividade e colocar à prova sua capacidade para trabalhar em diferentes formatos.


Veja outras opções de atividades nas quais os alunos podem usar os seus smartphones:

Trabalho de campo

Em um trabalho de campo, é aconselhável que os alunos se dividam em grupos e que recebam temas a serem trabalhados, relacionados com a excursão que farão. Uma boa dica é pedir que façam uma apresentação ou que elaborem um projeto que possam expor e compartilhar com seus colegas, incluindo o conteúdo visto durante a visita.


Aplicativos como Google Keep ou Evernote, ambos gratuitos, permitirão escrever anotações complementares e guardar imagens, desenhos ou áudios, preparando o material para suas posteriores apresentações.

Dicionário

O professor pode permitir que o aluno consulte de forma rápida nos seus celulares o significado de algumas palavras ou conceitos, de forma a ter mais tempo para dedicar às atividades e explicações mais complexas.

Atividades para manter os alunos atualizados

Para manter os alunos atentos às notícias, desenvolver sua capacidade de relacionar o que aprendem em sala de aula com o mundo e fazê-los entender um determinado acontecimento dentro do seu contexto histórico, o professor pode reservar parte do tempo da aula para que os estudantes consultem meios de comunicação e selecionem notícias relacionadas com o conteúdo visto.


Desta forma, eles poderão trabalhar sua capacidade de buscar informações e vão aprender a selecionar e contrastar fontes, além de debater e fazer conexões entre diferentes fatos.


Lembre-se:
o mais interessante na hora de introduzir a tecnologia na sala de aula é buscar transformar os estudantes em usuários competentes para um mundo em constante transformação. É importante que os alunos saibam gerenciar tecnicamente o uso de uma ferramenta concreta e, ao mesmo tempo, consigam trabalhar de forma conjunta conteúdos, habilidades sociais, comunicação, expressão e interpretação de dados.

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