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Os 5 erros de novato quando o assunto é sala de aula invertida

      
Os 5 erros de novato quando o assunto é sala de aula invertida
Os 5 erros de novato quando o assunto é sala de aula invertida  |  Fonte: Shutterstock

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Quando se começa algo novo é normal que alguns problemas apareçam. Isso não diferente para professores que tentam trabalhar com o aprendizado da sala de aula invertida. Confira a seguir quais os 5 erros mais comuns quando um educador inverte a sua sala de aula e entenda como evitá-lo:

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1. Ter uma definição concreta demais do que é uma sala de aula invertida
Se a sua definição do que é uma sala de ala invertida for simplista demais, a estratégia não funciona. Uma sala de aula invertida não deve ser só estudantes assistindo aos vídeos antes da aula, e sim uma forma de dar a oportunidade para que os aprendizes tomarem um papel mais central no próprio aprendizado. Envolva os estudantes numa experiência de pensamento crítico durante a aula e a parte mais fácil fora da sala de aula.

2. Resultados do aprendizado mal definidos
Se os alunos não sabem para que estão fazendo algo, eles simplesmente não fazem. Mas você não precisa usar o medo de uma prova para motivar envolvimento. Definir uma capacidade que eles vão obter depois de uma atividade já é motivação suficiente. Então, para que a sua aula invertida funcione, é vital que todos os envolvidos saibam desde o início qual é a finalidade dele. Caso contrário, a atividade é frustrante para alunos e educadores.

3. Falta de planejamento
Uma das maiores responsabilidades do professor de uma sala de aula invertida é planejar. Planeje os resultados do aprendizado. Crie um plano de lições. Planeje cada passo das atividades que você vai usar em aula. Pense em como a atividade invertida vai ser introduzida. Pense em que materiais você vai precisar, e qual finalidade cada um deles têm. Mais importante, lembre-se que uma sala de aula invertida é barulhenta e dinâmica. Estudantes vão conversar, compartilhar ideias, e resolver problemas. Alguns estudantes vão usar o celular para encontrar o que precisam. E você precisa ter um planejamento flexível o suficiente para permitir isso.

4. A atividade é grande demais
Comece com algo pequeno, e evolua a partir disso. Tentar fazer uma atividade grande demais na sua primeira experiência com o modelo invertido pode levar à muito estresse para você e seus estudantes.

5. Inverter tudo
Mudar o que já está funcionando não é uma boa ideia. Se os seus estudantes já estão entendendo a matéria com o método que você está usando, não vale a pena repensar sua estratégia. Ao invés disso, procure por “momentos invertíveis”, ou seja, pontos de dificuldade na sua classe como alunos entediados, ou conteúdos importantes passíveis de dúvidas.

FLIPCON Brasil

Organizado pela Universia Brasil e co-realizado pela GEN (Grupo Editorial Nacional) , a primeira edição do FLIPCON Brasil, congresso mundial sobre inovação na educação, acontecerá no dia 31 de agosto com a participação do educador norte-americano Jonathan Bergmann, pioneiro da Flipped Classroom, e da diretora-geral do GEN Educação, Andrea Ramal, e do ex-diretor de Ensino do IME e professor da instituição, Gabriel Elmor Filho.

A 1ª FLIPCON Brasil será realizada com um grande diferencial: inscrições gratuitas, em evento destinado a um público muito especial: líderes e gestores do ensino superior brasileiro. As inscrições já estão abertas!


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