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Webinar COVID-19: Experiências em docência on-line em universidades ibero-americanas

      
<h2><span>O webinar</span></h2><p dir=ltr><span>O webinar foi apresentado por Juan Roglá e Juan Gómez. </span><strong>Juan Roglá</strong><span><strong>,</strong> Diretor Global do Santander Universidades e CEO da Universia Holding, afirmou seu orgulho pela reação da comunidade universitária, que realizou sua transição para o mundo on-line com grande dignidade e competência. </span><strong>Juan Gómez</strong><span>, reitor da Universidade de Jaén (Espanha) e Presidente do Setor de Tecnologia da Crue-TIC Espanha, ressaltou o trabalho do grupo FOLTE (Formação On-Line e Tecnologias Educativas), que lidou com questões de coordenação tecnológica para que, após o encerramento de atividades universitárias presenciais, a transição para o ensino on-line fosse realizada o mais rapidamente possível, em poucos dias.</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>A partir dessa apresentação institucional, diversos palestrantes se pronunciaram:</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><strong>Óscar Cordón</strong><span>, presidente do grupo FOLTE, da Crue-TIC Espanha, e Professor Catedrático da Universidade de Granada, citou as atividades realizadas:</span></p><b><b><br/></b></b><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Criação de um fórum on-line de experiências devido à suspensão de aulas pelo COVID-19.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Partilha de experiências universitárias.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Trabalho com a diversidade das quase 80 universidades espanholas para adaptar suas ideias e dicas.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Análise de soluções de avaliação on-line.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Apresentação ampla de uma videoconferência anterior, na Espanha, sobre estes mesmos temas, na qual diversas universidades espanholas compartilharam experiências para analisar como reagiram e realizaram previsões. Participaram a Universidade de Múrcia, a Universidade Rey Juan Carlos I, a Universidade de Alcalá, a Universidade Carlos III e a Universidade Francisco de Vitória.</span></p></li></ul><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>Desse modo, chegou-se às seguintes conclusões:</span></p><b><b><br/></b></b><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>O sistema mostrou boa maturidade tecnológica.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Ele se adaptou à nova situação, salvo exceções lógicas.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>O serviço opera normalmente, apesar da excepcionalidade.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>O ensino presencial foi adaptado através das TIC por contingência, o verdadeiro “e-learning” não ocorre.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>As plataformas de TIC funcionam corretamente, com exceção de erros pontuais por saturação.</span></p></li></ul><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>No entanto, estas preocupações permanecem:</span></p><b><b><br/></b></b><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span><strong>Regulamentos e licenças</strong>.</span><span> Gravações em massa de vídeos e licenças para proteção de dados.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span><strong>Processos de avaliação</strong>.</span><span> Apresenta-se a necessidade de um benchmarking de soluções, propostas econômicas de urgência e a flexibilização de controle em prol da adaptação.</span></p></li></ul><h2><span> O caso português</span></h2><p dir=ltr><span>João Preto Gomes, Diretor dos Serviços Avançados da FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia de Portugal), também participou do webinário. O estado de emergência em Portugal foi decretado no dia 19 de março. O objetivo da FCT é aumentar a escalabilidade de aplicativos para ensino on-line. Para tal, a fundação destaca a colaboração como principal pilar para a comunidade que atende. As suas plataformas visam a fornecer recursos para professores e alunos, e as ferramentas utilizadas são: </span><span><strong>Educast, Videocast, Colibri e Estúdio de Áudio e Vídeo</strong>.</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>Graças à ferramenta Colibri, foi possível passar de 300 reuniões simultâneas, com um máximo de 300 membros cada, para 2.600 reuniões em simultâneo, com cerca de 600 membros. De 128 reuniões diárias, passaram a ter lugar 8.895 aulas on-line, recebendo 195.000 participantes.</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>Além disso, a fundação criou o </span><strong>Projeto NAU</strong><span>, onde são oferecidos cursos gratuitos e os membros podem produzir conteúdos. Ele conta com mais de 20 instituições participantes.</span></p><h2><span>O caso argentino</span></h2><p dir=ltr><span>O caso argentino foi apresentado por </span><strong>Javier Majín</strong><span>, Diretor de Sistemas e Processos da Universidade Austral da Argentina. Embora tenham entrado mais tarde em ação, as seguintes diretrizes de trabalho foram definidas em sua reunião de crise:</span></p><b><b><br/></b></b><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span><strong>Criação de protocolos</strong>:</span><span> protocolo médico; protocolo acadêmico; protocolo de continuidade da equipe de suporte.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Suspensão de aulas em nível nacional, aprendendo com países como a Espanha.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Garantia de saúde de funcionários.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Contribuição no trabalho de controle do Covid-19.</span></p></li></ul><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>Eles já estão se preparando para a atividade on-line. Têm adaptado espaços de streaming e permanecem adequando materiais e aulas para acompanhar a dinâmica digital.</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>A Argentina já está em quarentena, com serviços mínimos e básicos. Mas esta tem sido uma experiência válida, devido à boa colaboração do corpo docente e à flexibilidade na adaptação das ferramentas de comunicação.</span></p><h2><span>O caso colombiano</span></h2><p dir=ltr><span>Participou do webinar </span><strong>Luis Francisco Martínez</strong><span>, engenheiro de sistemas e computação na Universidade dos Andes e CIO na Pontifícia Universidade Javeriana de Bogotá, além de detentor de um certificado em Business na Universidade de Harvard.</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>Na Colômbia, todas as universidades estão fechadas e em situação semelhante à da própria Universidade Javeriana.</span></p><b><b><br/></b></b><p dir=ltr><span>Em geral, Luis Francisco informa que a sua instituição está preparando professores para dar aulas on-line a partir desta semana, de acordo com as seguintes diretrizes:</span></p><b><b><br/></b></b><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Transformação cultural na apropriação on-line.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Uso de plataformas on-line para promover webinars.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Cursos disponibilizados por meio de plataformas cresceram 80%.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Formação de professores para o uso de plataformas on-line.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Empréstimos de equipamentos para estudantes de baixa renda.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Implementação de suporte para carreiras essencialmente práticas, como medicina ou artes cênicas.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Suporte adicional para a equipe administrativa.</span></p></li></ul><h2><span>O caso mexicano</span></h2><p dir=ltr><span>Neste caso, em vez de técnicos de gestão, o webinar contou com a participação de duas pesquisadoras da área de tecnologias educacionais.</span></p><p dir=ltr><strong>Yessica Espinosa Díaz</strong><span>, Coordenadora do Centro de Educação Aberta e a Distância da Universidade Autónoma de Baja California, no México, falou sobre o intenso trabalho com os professores.</span></p><p dir=ltr><span>Em sua universidade, foram criadas unidades acadêmicas diversificadas e programas presenciais e não presenciais, segundo o </span><strong>Plano de Continuidade Acadêmica</strong><span>, ativo desde 2009 por causa da gripe mexicana.</span></p><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Seu objetivo é permitir a continuidade acadêmica e oferecer segurança em situações de emergência, permitindo que as aulas continuem.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Manutenção da parte administrativa do processo.</span></p></li></ul><p dir=ltr><span>No seu caso, tudo é trabalhado através da plataforma institucional. Neste espaço, está claro o que se deve fazer antes, durante e depois da contingência, segundo duas diretrizes:</span></p><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span><strong>Trabalho com alunos</strong>.</span><span> Verificar dados, acesso à plataforma, acesso à Internet, rede de comunicação entre colegas, notificações ao professor se houver falta de recursos, etc.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span><strong>Trabalho com professores</strong>. </span><span>Utilização da plataforma institucional, abertura de espaços, treinamento virtual, recursos básicos, canais oficiais de comunicação, trabalho com alunos com deficiência no contexto virtual, etc.</span></p></li></ul><p dir=ltr><strong>Bertha Saldívar</strong><span>, diretora de Design de Soluções com Tecnologias Educacionais do Tecnológico de Monterrey, também tratou do caso mexicano. Em sua instituição, a preparação começou há um mês, quando se notou a situação da comunidade acadêmica diante da pandemia.</span></p><p dir=ltr><span>Um plano de continuidade acadêmica já foi implementado, com diversas ações:</span></p><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Estabelecimento de um modelo digital flexível.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Definição de um sistema de tecnologias educacionais implementadas.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Definição de um plano de treinamento para mais de 9.000 professores.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Além disso, prevalece o respeito pelas diretrizes acadêmicas, criando um modelo de oferta de aulas para mais de 25.000 grupos, com mais de 55.000 sessões simultâneas.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Fornecimento de suporte acadêmico para professores e alunos.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Criação de um plano forte de comunicação.</span></p></li></ul><h2><span>O caso da Universia</span></h2><p dir=ltr><span>Por fim, </span><strong>Raúl Hernández</strong><span>, Diretor Global de Transformação Digital da Universia, apresentou o repositório criado no site </span><a href=https://metared.org/covid19-universidad-online/><span>https://metared.org/covid19-universidad-online/</span></a><span>, com experiências interessantes de universidades em meio à situação atual.</span></p><p dir=ltr><span>Também foi criado um catálogo de soluções e propostas de parceiros estratégicos de tecnologia diante desta crise. Trata-se de uma iniciativa aberta a todos os países e universidades. Os parceiros descrevem seus serviços em:</span></p><ul><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Planos de contingência.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Soluções globais e locais.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Proctoring</span><span>.</span></p></li><li dir=ltr><p dir=ltr role=presentation><span>Ações de TIC.</span></p></li></ul><p dir=ltr><span>Na fase aberta final do webinar, diversos assistentes das Universidades MetaRed participaram. Foi interessante, por exemplo, o relato do vice-reitor de Estratégia e Universidade Digital da Universidade de Múrcia, </span><strong>Pedro Miguel Ruiz</strong><span>, que falou sobre um relatório da Gartner sobre </span><span>proctoring</span><span>.</span></p><p dir=ltr><span>Na parte final do webinar “Experiências em docência on-line em universidades ibero-americanas diante do COVID-19”, respondeu-se às numerosas perguntas realizadas por chat. O evento contou com 456 inscritos, de diferentes países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Guatemala, México, Peru, Portugal e Uruguai), e houve uma participação simultânea máxima de 224 pessoas.</span></p><p dir=ltr><span>O webinar se encerrou com a participação de </span><strong>Segundo Píriz Durán</strong><span>, ex-reitor da Universidade de Extremadura e presidente institucional da MetaRed, que expressou palavras de apreço pela comunidade universitária internacional e os palestrantes do evento.</span></p>

O webinar

O webinar foi apresentado por Juan Roglá e Juan Gómez. Juan Roglá, Diretor Global do Santander Universidades e CEO da Universia Holding, afirmou seu orgulho pela reação da comunidade universitária, que realizou sua transição para o mundo on-line com grande dignidade e competência. Juan Gómez, reitor da Universidade de Jaén (Espanha) e Presidente do Setor de Tecnologia da Crue-TIC Espanha, ressaltou o trabalho do grupo FOLTE (Formação On-Line e Tecnologias Educativas), que lidou com questões de coordenação tecnológica para que, após o encerramento de atividades universitárias presenciais, a transição para o ensino on-line fosse realizada o mais rapidamente possível, em poucos dias.


A partir dessa apresentação institucional, diversos palestrantes se pronunciaram:


Óscar Cordón, presidente do grupo FOLTE, da Crue-TIC Espanha, e Professor Catedrático da Universidade de Granada, citou as atividades realizadas:


  • Criação de um fórum on-line de experiências devido à suspensão de aulas pelo COVID-19.

  • Partilha de experiências universitárias.

  • Trabalho com a diversidade das quase 80 universidades espanholas para adaptar suas ideias e dicas.

  • Análise de soluções de avaliação on-line.

  • Apresentação ampla de uma videoconferência anterior, na Espanha, sobre estes mesmos temas, na qual diversas universidades espanholas compartilharam experiências para analisar como reagiram e realizaram previsões. Participaram a Universidade de Múrcia, a Universidade Rey Juan Carlos I, a Universidade de Alcalá, a Universidade Carlos III e a Universidade Francisco de Vitória.


Desse modo, chegou-se às seguintes conclusões:


  • O sistema mostrou boa maturidade tecnológica.

  • Ele se adaptou à nova situação, salvo exceções lógicas.

  • O serviço opera normalmente, apesar da excepcionalidade.

  • O ensino presencial foi adaptado através das TIC por contingência, o verdadeiro “e-learning” não ocorre.

  • As plataformas de TIC funcionam corretamente, com exceção de erros pontuais por saturação.


No entanto, estas preocupações permanecem:


  • Regulamentos e licenças. Gravações em massa de vídeos e licenças para proteção de dados.

  • Processos de avaliação. Apresenta-se a necessidade de um benchmarking de soluções, propostas econômicas de urgência e a flexibilização de controle em prol da adaptação.

 O caso português

João Preto Gomes, Diretor dos Serviços Avançados da FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia de Portugal), também participou do webinário. O estado de emergência em Portugal foi decretado no dia 19 de março. O objetivo da FCT é aumentar a escalabilidade de aplicativos para ensino on-line. Para tal, a fundação destaca a colaboração como principal pilar para a comunidade que atende. As suas plataformas visam a fornecer recursos para professores e alunos, e as ferramentas utilizadas são: Educast, Videocast, Colibri e Estúdio de Áudio e Vídeo.


Graças à ferramenta Colibri, foi possível passar de 300 reuniões simultâneas, com um máximo de 300 membros cada, para 2.600 reuniões em simultâneo, com cerca de 600 membros. De 128 reuniões diárias, passaram a ter lugar 8.895 aulas on-line, recebendo 195.000 participantes.


Além disso, a fundação criou o Projeto NAU, onde são oferecidos cursos gratuitos e os membros podem produzir conteúdos. Ele conta com mais de 20 instituições participantes.

O caso argentino

O caso argentino foi apresentado por Javier Majín, Diretor de Sistemas e Processos da Universidade Austral da Argentina. Embora tenham entrado mais tarde em ação, as seguintes diretrizes de trabalho foram definidas em sua reunião de crise:


  • Criação de protocolos: protocolo médico; protocolo acadêmico; protocolo de continuidade da equipe de suporte.

  • Suspensão de aulas em nível nacional, aprendendo com países como a Espanha.

  • Garantia de saúde de funcionários.

  • Contribuição no trabalho de controle do Covid-19.


Eles já estão se preparando para a atividade on-line. Têm adaptado espaços de streaming e permanecem adequando materiais e aulas para acompanhar a dinâmica digital.


A Argentina já está em quarentena, com serviços mínimos e básicos. Mas esta tem sido uma experiência válida, devido à boa colaboração do corpo docente e à flexibilidade na adaptação das ferramentas de comunicação.

O caso colombiano

Participou do webinar Luis Francisco Martínez, engenheiro de sistemas e computação na Universidade dos Andes e CIO na Pontifícia Universidade Javeriana de Bogotá, além de detentor de um certificado em Business na Universidade de Harvard.


Na Colômbia, todas as universidades estão fechadas e em situação semelhante à da própria Universidade Javeriana.


Em geral, Luis Francisco informa que a sua instituição está preparando professores para dar aulas on-line a partir desta semana, de acordo com as seguintes diretrizes:


  • Transformação cultural na apropriação on-line.

  • Uso de plataformas on-line para promover webinars.

  • Cursos disponibilizados por meio de plataformas cresceram 80%.

  • Formação de professores para o uso de plataformas on-line.

  • Empréstimos de equipamentos para estudantes de baixa renda.

  • Implementação de suporte para carreiras essencialmente práticas, como medicina ou artes cênicas.

  • Suporte adicional para a equipe administrativa.

O caso mexicano

Neste caso, em vez de técnicos de gestão, o webinar contou com a participação de duas pesquisadoras da área de tecnologias educacionais.

Yessica Espinosa Díaz, Coordenadora do Centro de Educação Aberta e a Distância da Universidade Autónoma de Baja California, no México, falou sobre o intenso trabalho com os professores.

Em sua universidade, foram criadas unidades acadêmicas diversificadas e programas presenciais e não presenciais, segundo o Plano de Continuidade Acadêmica, ativo desde 2009 por causa da gripe mexicana.

  • Seu objetivo é permitir a continuidade acadêmica e oferecer segurança em situações de emergência, permitindo que as aulas continuem.

  • Manutenção da parte administrativa do processo.

No seu caso, tudo é trabalhado através da plataforma institucional. Neste espaço, está claro o que se deve fazer antes, durante e depois da contingência, segundo duas diretrizes:

  • Trabalho com alunos. Verificar dados, acesso à plataforma, acesso à Internet, rede de comunicação entre colegas, notificações ao professor se houver falta de recursos, etc.

  • Trabalho com professores. Utilização da plataforma institucional, abertura de espaços, treinamento virtual, recursos básicos, canais oficiais de comunicação, trabalho com alunos com deficiência no contexto virtual, etc.

Bertha Saldívar, diretora de Design de Soluções com Tecnologias Educacionais do Tecnológico de Monterrey, também tratou do caso mexicano. Em sua instituição, a preparação começou há um mês, quando se notou a situação da comunidade acadêmica diante da pandemia.

Um plano de continuidade acadêmica já foi implementado, com diversas ações:

  • Estabelecimento de um modelo digital flexível.

  • Definição de um sistema de tecnologias educacionais implementadas.

  • Definição de um plano de treinamento para mais de 9.000 professores.

  • Além disso, prevalece o respeito pelas diretrizes acadêmicas, criando um modelo de oferta de aulas para mais de 25.000 grupos, com mais de 55.000 sessões simultâneas.

  • Fornecimento de suporte acadêmico para professores e alunos.

  • Criação de um plano forte de comunicação.

O caso da Universia

Por fim, Raúl Hernández, Diretor Global de Transformação Digital da Universia, apresentou o repositório criado no site https://metared.org/covid19-universidad-online/, com experiências interessantes de universidades em meio à situação atual.

Também foi criado um catálogo de soluções e propostas de parceiros estratégicos de tecnologia diante desta crise. Trata-se de uma iniciativa aberta a todos os países e universidades. Os parceiros descrevem seus serviços em:

  • Planos de contingência.

  • Soluções globais e locais.

  • Proctoring.

  • Ações de TIC.

Na fase aberta final do webinar, diversos assistentes das Universidades MetaRed participaram. Foi interessante, por exemplo, o relato do vice-reitor de Estratégia e Universidade Digital da Universidade de Múrcia, Pedro Miguel Ruiz, que falou sobre um relatório da Gartner sobre proctoring.

Na parte final do webinar “Experiências em docência on-line em universidades ibero-americanas diante do COVID-19”, respondeu-se às numerosas perguntas realizadas por chat. O evento contou com 456 inscritos, de diferentes países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Guatemala, México, Peru, Portugal e Uruguai), e houve uma participação simultânea máxima de 224 pessoas.

O webinar se encerrou com a participação de Segundo Píriz Durán, ex-reitor da Universidade de Extremadura e presidente institucional da MetaRed, que expressou palavras de apreço pela comunidade universitária internacional e os palestrantes do evento.


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