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MEC lança estratégia para melhorar alfabetização

      
Fonte: Shutterstock

Após a divulgação dos dados do Censo da Educação Básica 2015, em que foram mapeadas mais de 26 mil escolas, em mais de 4 mil municípios, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se comprometeu a unir esforços de três programas do governo para garantir a alfabetização de crianças e jovens do ensino fundamental.

 

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Por meio do censo, constatou-se que cerca de 600 mil crianças em idade pré-escolar ainda estão fora das salas de aula, o que representa 17,3% da população nessa faixa etária. Além disso, as escolas mapeadas pelo estudo concentram cerca de 70% dos estudantes que foram avaliados com alfabetização incompleta no 5º ano, de acordo com os resultados da Prova Brasil. Segundo Mercadante, esse estudantes representam o maior desafio da alfabetização no Brasil.

 

Unindo forças

“Vamos fazer um programa integrado de apoio à alfabetização”, disse o ministro em seu discurso, nesta última terça-feira (22). Segundo ele, todos os recursos disponíveis serão utilizados para que o desafio da alfabetização seja priorizado.

 

O programas que serão integrados na iniciativa são o Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), focado em alfabetizar crianças de até 8 anos; o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), que oferece bolsas para que alunos de licenciatura atuem em escolas da rede pública; e o Mais Educação, que promove o ensino em tempo integral. A expectativa é que o novo formato de atuação fique pronto no próximo mês, com calendários independentes para cada um dos programas.

 

Entre os planos para os próximos meses estão o atendimento a 10 mil escolas através do Pibid, a ampliação da formação de coordenadores e professores alfabetizadores pelo PNAIC, além do atendimento às escolas prioritárias, e seis horas semanais de acompanhamento pedagógico, focado em letramento, pelo Mais Educação. O alunos do 4º ao 9º ano que não estiverem plenamente alfabetizados também serão contemplados no programa.


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