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Trabalhos voluntários são diferenciais para cursar uma graduação no exterior, diz especialista

      
<p>Planejamento financeiro, preparação intelectual e envio da documentação exigida pela universidade são alguns dos passos que devem ser seguidos pelos estudantes que desejam cursar uma graduação no exterior. Segundo a <strong>Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association)</strong>, associação focada em mobilidade internacional, em 2014, <strong><a title=Número de estudantes brasileiros nos EUA cresce 78% em um ano, diz estudo href=https://noticias.universia.com.br/estudar-exterior/noticia/2015/11/17/1133778/numero-estudantes-brasileiros-eua-cresce-78-ano-diz-estudo.html>233 mil brasileiros realizaram algum tipo de intercâmbio de estudo para o exterior</a></strong>.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><a title=Programa de intercâmbio oferece 400 bolsas de estudo para China, Espanha e Portugal href=https://noticias.universia.com.br/estudar-exterior/noticia/2016/03/10/1137245/programa-intercambio-oferece-400-bolsas-estudo-china-espanha-portugal.html>» <strong>Programa de intercâmbio oferece 400 bolsas de estudo para China, Espanha e Portugal</strong></a><br/><a title=5 dicas para realizar um intercâmbio incrível href=https://noticias.universia.com.br/estudar-exterior/noticia/2016/02/24/1136680/5-dicas-realizar-intercambio-incrivel.html>» <strong>5 dicas para realizar um intercâmbio incrível</strong></a><br/><a title=Mais de 2.000 livros grátis para download href=https://noticias.universia.com.br/tag/livros-grátis>» <strong>Mais de 2.000 livros grátis para download</strong></a></p><p> </p><p>Segundo o diretor da agência de <strong>intercâmbios CI – Intercâmbio e Viagem</strong>, Humberto Costa, a experiência cultural costuma ser um motivador para que os estudantes busquem por uma graduação no exterior, aliada ao desejo por boas oportunidades profissionais.“Uma cultura diferente acaba trazendo todo o respaldo que ele precisa para poder ingressar no mercado”, explicou.</p><p> </p><p>Para conseguirem alcançar seus objetivos, no entanto, os estudantes precisam demonstrar muita garra e bom desempenho no processo de admissão. Costa conta que alguns dos pré-requisitos mais comuns para o processo admissional, principalmente para universidades norte-americanas e canadenses, <strong><a title=TOEFL: como esse exame pode ajudar na hora de fazer intercâmbio href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/09/24/1111975/toefl-exame-pode-ajudar-hora-fazer-intercambio.html>são a realização da prova SAT (<em>Scholastic Aptitude Test</em>) e do teste de proficiência TOELF</a></strong>. O SAT funciona como o <strong>Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)</strong>, com o objetivo central de nivelar os candidatos em um patamar de conhecimentos básicos. A prova aborda questões sobre a língua inglesa e matemática. Para classificar a avaliação, Costa diz que o SAT “trabalha com a interpretação de textos, a análise crítica, vocabulário, gramática. Na parte de matemática, abordam conceitos básicos como trigonometria, geometria, regra de três”.</p><p> </p><p>Além disso, é comum que as universidades solicitem outros documentos. Segundo Costa, eles podem ser referentes a dados escolares, uma carta de referência de professores e atividades extracurriculares, capazes de demonstrar o engajamento do estudante. “Ele não é analisado só como um bom aluno, mas também pelo o que ele faz fora da sala de aula, essencial para torná-lo mais especial e qualificado para determinada instituição”, conta.</p><p> </p><p>Dentre as atividades extracurriculares, uma que merece destaque, para o Diretor da CI, é a realização de trabalhos voluntários. “Mostra muito a vontade e contribuição com a comunidade, tornando o aluno um cidadão melhor. Os processos admissionais veem esse gesto como uma dedicação do aluno, que tem um cuidado maior com a sociedade, além de estudar”, conta.</p><p> </p><p><strong>O que fazer para conseguir cursar uma graduação no exterior?<br/></strong><br/> Durante o processo de preparação para <strong>cursar uma graduação no exterior</strong>, Costa defende a importância de identificar as universidades com as quais o aluno terá maior identificação, baseando-se no contexto de vida de cada um deles. Para que esse processo seja possível, explica que “é preciso analisar os objetivos da família e do aluno, o curso, e as possibilidades de carreira para ser bem-sucedido. Alguns intercambistas procuram uma experiência de vida, outros um status acadêmico”.</p><p> </p><p>Após a escolha de quais instituições serão os alvos dos estudantes, é preciso começar o processo de estudos para os exames admissionais. “A melhor dica de todas é que o aluno se prepare com bastante antecedência. É preciso se aprofundar nas pesquisas, identificar os pontos fortes e fracos de cada graduação, quais os documentos necessários, os prazos”, diz o Diretor da CI - Intercâmbio e Viagem.</p><p> </p><p>Além disso, defende que haja organização financeira e para que o aluno consiga adquirir todos os conhecimentos necessários para ser aprovado. Segundo Costa, “os brasileiros sempre buscam as melhores opções e almejam uma <strong>bolsa de estudos</strong> para poder reduzir os custos, mas consegui-las não é algo corriqueiro. Existe um investimento, porque a maior parte das universidades cobra uma mensalidade a alunos internacionais. Então a preparação financeira deve ser levada em conta” conclui.</p><p><a href=https://www.universia.com.br/estudar-exterior target=_blank><img style=display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; title=Estudar no Estrangeiro src=https://imagenes.universia.net/gc/net/images/movilidad/e/es/est/estudarnoestrangeiro.jpg alt=width=undefined height=undefined/></a></p>
Fonte: Shutterstock

Planejamento financeiro, preparação intelectual e envio da documentação exigida pela universidade são alguns dos passos que devem ser seguidos pelos estudantes que desejam cursar uma graduação no exterior. Segundo a Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), associação focada em mobilidade internacional, em 2014, 233 mil brasileiros realizaram algum tipo de intercâmbio de estudo para o exterior.

 

Você pode ler também:
» Programa de intercâmbio oferece 400 bolsas de estudo para China, Espanha e Portugal
» 5 dicas para realizar um intercâmbio incrível
» Mais de 2.000 livros grátis para download

 

Segundo o diretor da agência de intercâmbios CI – Intercâmbio e Viagem, Humberto Costa, a experiência cultural costuma ser um motivador para que os estudantes busquem por uma graduação no exterior, aliada ao desejo por boas oportunidades profissionais.“Uma cultura diferente acaba trazendo todo o respaldo que ele precisa para poder ingressar no mercado”, explicou.

 

Para conseguirem alcançar seus objetivos, no entanto, os estudantes precisam demonstrar muita garra e bom desempenho no processo de admissão. Costa conta que alguns dos pré-requisitos mais comuns para o processo admissional, principalmente para universidades norte-americanas e canadenses, são a realização da prova SAT (Scholastic Aptitude Test) e do teste de proficiência TOELF. O SAT funciona como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com o objetivo central de nivelar os candidatos em um patamar de conhecimentos básicos. A prova aborda questões sobre a língua inglesa e matemática. Para classificar a avaliação, Costa diz que o SAT “trabalha com a interpretação de textos, a análise crítica, vocabulário, gramática. Na parte de matemática, abordam conceitos básicos como trigonometria, geometria, regra de três”.

 

Além disso, é comum que as universidades solicitem outros documentos. Segundo Costa, eles podem ser referentes a dados escolares, uma carta de referência de professores e atividades extracurriculares, capazes de demonstrar o engajamento do estudante. “Ele não é analisado só como um bom aluno, mas também pelo o que ele faz fora da sala de aula, essencial para torná-lo mais especial e qualificado para determinada instituição”, conta.

 

Dentre as atividades extracurriculares, uma que merece destaque, para o Diretor da CI, é a realização de trabalhos voluntários. “Mostra muito a vontade e contribuição com a comunidade, tornando o aluno um cidadão melhor. Os processos admissionais veem esse gesto como uma dedicação do aluno, que tem um cuidado maior com a sociedade, além de estudar”, conta.

 

O que fazer para conseguir cursar uma graduação no exterior?

Durante o processo de preparação para cursar uma graduação no exterior, Costa defende a importância de identificar as universidades com as quais o aluno terá maior identificação, baseando-se no contexto de vida de cada um deles. Para que esse processo seja possível, explica que “é preciso analisar os objetivos da família e do aluno, o curso, e as possibilidades de carreira para ser bem-sucedido. Alguns intercambistas procuram uma experiência de vida, outros um status acadêmico”.

 

Após a escolha de quais instituições serão os alvos dos estudantes, é preciso começar o processo de estudos para os exames admissionais. “A melhor dica de todas é que o aluno se prepare com bastante antecedência. É preciso se aprofundar nas pesquisas, identificar os pontos fortes e fracos de cada graduação, quais os documentos necessários, os prazos”, diz o Diretor da CI - Intercâmbio e Viagem.

 

Além disso, defende que haja organização financeira e para que o aluno consiga adquirir todos os conhecimentos necessários para ser aprovado. Segundo Costa, “os brasileiros sempre buscam as melhores opções e almejam uma bolsa de estudos para poder reduzir os custos, mas consegui-las não é algo corriqueiro. Existe um investimento, porque a maior parte das universidades cobra uma mensalidade a alunos internacionais. Então a preparação financeira deve ser levada em conta” conclui.


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