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Mulheres são maioria em cursos de doutorado no exterior

      
<p>Um estudo divulgado pelo <strong>Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE)</strong> apontou que as mulheres são maioria entre os brasileiros que saem do País para fazer um <strong>curso de doutorado</strong>.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><br/><a title=4 filmes sobre mulheres para assistir agora href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/03/08/1137135/4-filmes-sobre-mulheres-assistir-agora.html>» <strong>4 filmes sobre mulheres para assistir agora</strong></a><br/><a title=Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho href=https://noticias.universia.com.br/carreira/noticia/2015/10/08/1132158/levara-seculo-mulheres-alcancarem-homens-mercado-trabalho.html>» <strong>Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho</strong></a><br/><a title=Todas as notícias de Carreira href=https://noticias.universia.com.br/carreira>» <strong>Todas as notícias de Carreira</strong></a></p><p> </p><p>Em 2014, o <strong>público feminino</strong> representava mais de 60% dos estudantes que viajaram ao exterior em busca do título de doutor. No entanto, as <strong>profissionais com doutorado</strong> ainda estão em desvantagem em relação à remuneração, recebendo 16,5% a menos que os homens. Outro dado apresentado na pesquisa é que 71,4% dos doutores têm um emprego, enquanto apenas 48,82% das doutoras estão ativas no mercado de trabalho.</p><p> </p><p>O estudo mapeou o cenário brasileiro e descobriu que, de 1970 a 2014, o País contabilizava um total de 14.173 <strong>doutores com formação em instituições internacionais</strong>, sendo a maioria (59%) composta por homens. Em 1970, primeiro ano mapeado pela pesquisa, apenas 12 brasileiras haviam conseguido seu título de doutora no exterior. A partir de 2012, a situação começou a mudar, com o número de mulheres superando o de homens.</p><p> </p><p><strong>Desigualdade salarial</strong><br/><br/> Segundo o estudo, as mulheres com formação em <strong>doutorado no exterior</strong> ganham, em média, R$ 15.239,12 por mês, enquanto os homens recebem um salário aproximado de R$ 18.250,49. Em entrevista à Agência Brasil, a assessora técnica do CGEE Sofia Daher explica que a diferença se dá, principalmente, pela posição que as mulheres ocupam na empresa, <strong><a title=Mulheres no Trabalho: 72% dos homens têm mais chances de crescer no mercado, aponta pesquisa href=https://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2015/03/11/1121379/mulheres-trabalho-72-homens-chances-crescer-mercado-aponta-pesquisa.html>já que são minoria em cargos de gerência</a></strong>.</p><p> </p><p><strong>Doutorado e remuneração</strong><br/><br/> Além das <strong>diferenças entre homens e mulheres</strong>, a pesquisa mostrou que doutores formados no exterior ganham mais do que os que receberam seus títulos no Brasil, contabilizando uma diferença superior a R$ 3.400,00. Os que estudaram em instituições do Estados Unidos ou Grã-Bretanha são ainda mais valorizados, superando países como Itália e Argentina.</p><p><a href=https://www.universia.com.br/estudar-exterior target=_blank><img style=display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; title=Estudar no Estrangeiro src=https://imagenes.universia.net/gc/net/images/movilidad/e/es/est/estudarnoestrangeiro.jpg alt=width=undefined height=undefined/></a></p>
Fonte: Shutterstock

Um estudo divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) apontou que as mulheres são maioria entre os brasileiros que saem do País para fazer um curso de doutorado.

 

Você pode ler também:

» 4 filmes sobre mulheres para assistir agora
» Levará mais de um século para as mulheres alcançarem os homens no mercado de trabalho
» Todas as notícias de Carreira

 

Em 2014, o público feminino representava mais de 60% dos estudantes que viajaram ao exterior em busca do título de doutor. No entanto, as profissionais com doutorado ainda estão em desvantagem em relação à remuneração, recebendo 16,5% a menos que os homens. Outro dado apresentado na pesquisa é que 71,4% dos doutores têm um emprego, enquanto apenas 48,82% das doutoras estão ativas no mercado de trabalho.

 

O estudo mapeou o cenário brasileiro e descobriu que, de 1970 a 2014, o País contabilizava um total de 14.173 doutores com formação em instituições internacionais, sendo a maioria (59%) composta por homens. Em 1970, primeiro ano mapeado pela pesquisa, apenas 12 brasileiras haviam conseguido seu título de doutora no exterior. A partir de 2012, a situação começou a mudar, com o número de mulheres superando o de homens.

 

Desigualdade salarial

Segundo o estudo, as mulheres com formação em doutorado no exterior ganham, em média, R$ 15.239,12 por mês, enquanto os homens recebem um salário aproximado de R$ 18.250,49. Em entrevista à Agência Brasil, a assessora técnica do CGEE Sofia Daher explica que a diferença se dá, principalmente, pela posição que as mulheres ocupam na empresa, já que são minoria em cargos de gerência.

 

Doutorado e remuneração

Além das diferenças entre homens e mulheres, a pesquisa mostrou que doutores formados no exterior ganham mais do que os que receberam seus títulos no Brasil, contabilizando uma diferença superior a R$ 3.400,00. Os que estudaram em instituições do Estados Unidos ou Grã-Bretanha são ainda mais valorizados, superando países como Itália e Argentina.


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