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Base Nacional Comum deve chegar às escolas em 2018

      
<p>Nesta terça-feira (3), o <strong>Ministério da Educação (MEC)</strong> apresentou a segunda versão da <strong><a title=Base Nacional Comum Curricular (BNCC) href=https://basenacionalcomum.mec.gov.br/#/site/inicio target=_blank>Base Nacional Comum Curricular (BNCC)</a></strong>. O documento, que está previsto no <strong>Plano Nacional de Educação</strong>, vai estabelecer os conteúdos mínimos que deverão ser ensinados aos estudantes em cada momento da educação básica.</p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Dança, arte e teatro serão disciplinas obrigatórias da educação básica href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/04/08/1138120/danca-arte-teatro-disciplinas-obrigatorias-educacao-basica.html>» <strong>Dança, arte e teatro serão disciplinas obrigatórias da educação básica</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Educação a distância é a que mais cresce no Brasil, segundo censo do MEC href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/02/22/1136578/educacao-distancia-cresce-brasil-segundo-censo-mec.html>» <strong>Educação a distância é a que mais cresce no Brasil, segundo censo do MEC</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Todas as notícias de Educação href=https://noticias.universia.com.br/educacao>» <strong>Todas as notícias de Educação</strong></a></p><p> </p><p>Nesta nova versão da base, o MEC incorporou as <strong><a title=Consulta à Base Nacional Comum se encerra nesta terça-feira (15) href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/03/15/1137390/consulta-base-nacional-comum-encerra-nesta-terca-feira-15.html>sugestões feitas por alunos, pais e educadores por meio de consulta pública</a></strong>, resultado em um conteúdo aprimorado e mais aderente às necessidades dos estudantes.</p><p> </p><p>Entre as mudanças sugeridas está a <strong>inclusão de conteúdos relacionados a História Antiga</strong>, como Grécia e Roma, que ficaram de fora da primeira versão, e o a<strong>primoramento de temas de Gramática e Literatura Portuguesa</strong>. Agora, o próximo passo é aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE), que passa a ser o responsável pela finalização do documento.</p><p> </p><p>Durante coletiva de imprensa, o presidente do <strong>Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed)</strong>, Eduardo Deschamps, disse que a Base só chegará às salas de aulas do País no ano letivo de 2018. Segundo o CNE, a versão final do documento deve ser entregue ainda este ano.</p><p> </p><p><strong>Base Nacional Comum Curricular</strong><br/><br/> A BNCC foi desenvolvida com o objetivo de integrar os diferentes tipos de ensino, tornar o aprendizado mais objetivo e delinear os conteúdos obrigatórios a cada uma das fases escolares. Os assuntos que constam na Base <strong>deverão preencher dois terços do currículo escolar</strong>, sendo que o restante das aulas poderá ser preenchido de acordo com os interesses da instituição de ensino, podendo abordar temas regionais e outras atividades específicas.</p><p> </p><p>A primeira versão do documento foi desenvolvida por 116 especialistas, incluindo professores da educação básica e de universidades. Em seguida, ela foi disponibilizada na internet para consulta pública e recebeu mais de 12,2 milhões de sugestões. A partir dessas contribuições, foi elaborada a segunda versão, que agora segue para avaliação e consolidação do CNE.</p><p> </p><p>A terceira e última versão voltará para homologação no MEC e chegará às escolas em 2018. Além da delimitação do conteúdo, a Base também irá orientar toda a política de livros didáticos, <strong><a title=MEC abre 105 mil vagas para formação de docentes em instituições públicas href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/03/29/1137771/mec-abre-105-mil-vagas-formacao-docentes-universidades-publicas.html>a formação dos professores e as avaliações nacionais</a></strong>.</p>
Fonte: Shutterstock

Nesta terça-feira (3), o Ministério da Educação (MEC) apresentou a segunda versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O documento, que está previsto no Plano Nacional de Educação, vai estabelecer os conteúdos mínimos que deverão ser ensinados aos estudantes em cada momento da educação básica.

 

Você pode ler também:
» Dança, arte e teatro serão disciplinas obrigatórias da educação básica
» Educação a distância é a que mais cresce no Brasil, segundo censo do MEC
» Todas as notícias de Educação

 

Nesta nova versão da base, o MEC incorporou as sugestões feitas por alunos, pais e educadores por meio de consulta pública, resultado em um conteúdo aprimorado e mais aderente às necessidades dos estudantes.

 

Entre as mudanças sugeridas está a inclusão de conteúdos relacionados a História Antiga, como Grécia e Roma, que ficaram de fora da primeira versão, e o aprimoramento de temas de Gramática e Literatura Portuguesa. Agora, o próximo passo é aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE), que passa a ser o responsável pela finalização do documento.

 

Durante coletiva de imprensa, o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps, disse que a Base só chegará às salas de aulas do País no ano letivo de 2018. Segundo o CNE, a versão final do documento deve ser entregue ainda este ano.

 

Base Nacional Comum Curricular

A BNCC foi desenvolvida com o objetivo de integrar os diferentes tipos de ensino, tornar o aprendizado mais objetivo e delinear os conteúdos obrigatórios a cada uma das fases escolares. Os assuntos que constam na Base deverão preencher dois terços do currículo escolar, sendo que o restante das aulas poderá ser preenchido de acordo com os interesses da instituição de ensino, podendo abordar temas regionais e outras atividades específicas.

 

A primeira versão do documento foi desenvolvida por 116 especialistas, incluindo professores da educação básica e de universidades. Em seguida, ela foi disponibilizada na internet para consulta pública e recebeu mais de 12,2 milhões de sugestões. A partir dessas contribuições, foi elaborada a segunda versão, que agora segue para avaliação e consolidação do CNE.

 

A terceira e última versão voltará para homologação no MEC e chegará às escolas em 2018. Além da delimitação do conteúdo, a Base também irá orientar toda a política de livros didáticos, a formação dos professores e as avaliações nacionais.


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