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Base Nacional Comum deve chegar às escolas em 2018

      
Fonte: Shutterstock

Nesta terça-feira (3), o Ministério da Educação (MEC) apresentou a segunda versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O documento, que está previsto no Plano Nacional de Educação, vai estabelecer os conteúdos mínimos que deverão ser ensinados aos estudantes em cada momento da educação básica.

 

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Nesta nova versão da base, o MEC incorporou as sugestões feitas por alunos, pais e educadores por meio de consulta pública, resultado em um conteúdo aprimorado e mais aderente às necessidades dos estudantes.

 

Entre as mudanças sugeridas está a inclusão de conteúdos relacionados a História Antiga, como Grécia e Roma, que ficaram de fora da primeira versão, e o aprimoramento de temas de Gramática e Literatura Portuguesa. Agora, o próximo passo é aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE), que passa a ser o responsável pela finalização do documento.

 

Durante coletiva de imprensa, o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps, disse que a Base só chegará às salas de aulas do País no ano letivo de 2018. Segundo o CNE, a versão final do documento deve ser entregue ainda este ano.

 

Base Nacional Comum Curricular

A BNCC foi desenvolvida com o objetivo de integrar os diferentes tipos de ensino, tornar o aprendizado mais objetivo e delinear os conteúdos obrigatórios a cada uma das fases escolares. Os assuntos que constam na Base deverão preencher dois terços do currículo escolar, sendo que o restante das aulas poderá ser preenchido de acordo com os interesses da instituição de ensino, podendo abordar temas regionais e outras atividades específicas.

 

A primeira versão do documento foi desenvolvida por 116 especialistas, incluindo professores da educação básica e de universidades. Em seguida, ela foi disponibilizada na internet para consulta pública e recebeu mais de 12,2 milhões de sugestões. A partir dessas contribuições, foi elaborada a segunda versão, que agora segue para avaliação e consolidação do CNE.

 

A terceira e última versão voltará para homologação no MEC e chegará às escolas em 2018. Além da delimitação do conteúdo, a Base também irá orientar toda a política de livros didáticos, a formação dos professores e as avaliações nacionais.


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