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Let’s Talk: erros na pronúncia x escrita em inglês

      
Fonte: Universia Brasil

Os brasileiros estão acostumados a identificar com facilidade a escrita através da pronúncia e vice-versa, pois o idioma português tem a relação entre grafemas (letras) e fonemas (sons) muito clara e constante. Na maioria dos casos, cada grafema corresponde a um fonema. Porém, o idioma inglês não funciona assim.

 

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A pronúncia inglesa é tão variada e aleatória que nenhuma letra do alfabeto tem conformidade entre som e escrita. É como se existisse uma incoerência na maneira como uma letra se junta à outra para produzir sons diferentes, enquanto que em algumas palavras ela se cala (silent letter), parecendo que não existe.

 

Alguns exemplos são claros, como por exemplo o da letra C

1. Tem som de SS em face, e de Q e K em track (pista, trilho),
2. Junta-se ao H para formar um K em chaos (caos),
3. Une-se ao H para convocar um T em reach (alcançar),
4. É mudo em muscle (músculo).


Ainda há mais confusão quando alguns grafemas não se manifestam, ou seja, ficam mudos, como é o exemplo de:

1. O B em doubt, debt e dumb (dúvida/dívida/mudo, abobalhado);
2. O L em walk, talk e chalk (andar/falar, conversar/giz);
3. O T em castle, whistle, often, soften (castelo/assobio, apito/com frequência/amaciar),


As letras S, N e W também têm os seus momentos de silêncio:

1. O S em palavras como island, debris, Illinois (ilha/ escombros/nome de um estado norte-americano);
2. O N em palavras como autumn, hymn, solemn (outono/ hino/solene);
3. O W em answer, sword, two, who, write, wrap (resposta/espada/dois/quem/escrever/embrulhar).


O inglês falado não reconhece certas combinações de letras no início de palavras, como PS, PT, PN e KN. Por isso, as letras P e K não se pronunciam em palavras como psychology (psicologia), pterodactyl (pterodátilo), pneumonia (pneumonia), e knee (joelho), know (saber), knife (faca). Porém, o P junto ao H forma o som de F, como em pharmacy (farmácia).

 

Como os brasileiros pronunciam o Y no final de palavras como I, ele tende a ser esquecido pelos estudantes, de forma que:

1. navy (marinha) sai “neiv,” em vez de “neivi”;
2. crazy (maluco), que deveria ser “creizi”, vira “creize”, que é o som de craze (maluquice);
3. easy (fácil), que se pronuncia ízi, torna-se “íze”, que é o som de ease (facilidade).

 

Por outro lado, em monossílabos e verbos, o Y final jamais pode ser esquecido e é pronunciado como AI: by (por), my (meu/minha), why (por que), cry (chorar), buy (comprar), fly (voar), multiply (multiplicar), qualify (qualificar), satisfy (satisfazer), (bai, mai, crai, etc).

 

Variações de pronúncia acontecem também com a letra I, que pode ser pronunciada de muitas formas:

1. Como Ê em bit, lip, six (pedaço, lábio, seis) ou ÊR em palavras como dirt, shirt, skirt (sujeira, camisa, saia);
2.AI em palavras que terminam em GH ou GHT, como high, thigh, light, night (alto, coxa, luz, noite)
3. Ou então, em palavras afetadas pelo “e mágico” como bite, site, ripe (morder, sítio, maduro), exceto give e live (dar, viver/morar).

 

Como vimos, na pronúncia e na grafia as palavras do inglês diferem muito das de língua portuguesa, que têm a escrita e a pronúncia mais aproximadas. Por isso é importante vermos filmes com legendas em inglês para relacionarmos som e a grafia das palavras. Outra dica é escutar músicas com a letra em mãos para que possamos comparar e aprender.

 

 


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