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Universia cria ambiente para discutir o futuro cenário da educação superior do Brasil

      
Fonte: Shutterstock
Reinventar os métodos de ensino, tornando-os mais atrativos para os estudantes que ingressam nas universidades é uma necessidade atual. Isso pode acontecer por meio de revoluções no conteúdo, nos espaços de aprendizado, no uso do tempo e dos recursos.


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“Muitas pessoas que atuam na área de educação associam a palavra inovação à tecnologia, mas é um erro pensar que apenas as ferramentas digitais são responsáveis pela mudança”, explica Luis Cabañas, Diretor Geral da Universia, maior rede ibero-americana de colaboração acadêmica. Diversos outros especialistas concordam que a grande transformação está no professor que fará a mediação entre o aluno e o processo de aprendizagem. Uma das tendências que já é adotada é a gamificação, uma aprendizagem baseada em competências e espaços físicos para que os alunos possam praticar o que foi apresentado de forma teórica.

Para o professor Gustavo Borba, da Unisinos, o aluno precisa praticar. “É na faculdade que o estudante pode errar e, pensando nisso, criamos aulas práticas em que os alunos podem resolver problemas reais e diários de uma empresa. Isso faz com que o aluno se sinta mais seguro ao entrar no mercado de trabalho”, explica. O docente deve se preocupar em levar para a sala de aula tudo aquilo que o aluno não irá encontrar em outros lugares, como a internet.


Segundo o professor Rogério Loureiro, Diretor de Inovação da Anima Educação, é preciso que o professor faça uma curadoria dos conteúdos, entendendo quais deles são relevantes ou não, promova a participação ativa dos alunos e aprofunde os assuntos em sala de aula, para reduzir a superficialidade do conhecimento, comum a essa nova geração de estudantes. “O professor precisa ser um mediador, um tutor, em vez de agir apenas como detentor do conteúdo”, afirma.

Os alunos precisam se sentir motivados ao estarem na universidade. É importante que as instituições ofereçam o que cada aluno procura e que sejam tratados de forma única, pois cada um deles gosta de coisas diferentes. Segundo o Diretor da NOVI Tecnologia Educacional, Estêvão Bittar, o uso de tecnologias como o Big Data podem colaborar para o levantamento e armazenamento destas informações. “As universidades jogam fora muitas informações valiosas. Se elas soubessem o quanto o Big Data pode colaborar para o desenvolvimento dos alunos, nunca mais nenhum tipo de informação seria perdida”, explica.

A discussão sobre a inovação na aprendizagem assunto aconteceu em um evento promovido por Universia, maior rede ibero-americana de colaboração acadêmica, em São Paulo, e reuniu 150 dirigentes das principais instituições de ensino superior.

Para Cabañas, de Universia, o encontro foi inspirador. “Conseguimos promover um momento de reflexão. Trouxemos cases, dados, debates e antecipamos assuntos que com certeza ainda serão muito abordados na educação. Precisamos estar preparados e nos adaptar às necessidades e objetivos de cada aluno”, conclui.


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