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Descendentes de escravos terão preferência na admissão para universidade dos EUA

      
A Universidade de Georgetown, em Washington, nos Estados Unidos, encontrou algumas formas de compensar o lucro que obteve com a venda de escravos no século XIX.<br/><br/><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/08/05/1142480/professora-deixa-mensagens-incentivo-carteiras-alunos.html title=Professora deixa mensagens de incentivo nas carteiras dos alunos>» <strong>Professora deixa mensagens de incentivo nas carteiras dos alunos</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/18/1133829/garota-afega-passou-5-anos-vestindo-menino-poder-estudar.html title=Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar>» <strong>Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/educacao title=Todas as notícias de Educação>» <strong>Todas as notícias de Educação<br/><br/></strong></a></p><p>Na última quinta-feira, a instituição norte-americana, que é uma das mais importantes e tradicionais do país, anunciou que vai <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/11/18/1133841/conheca-3-mitos-lei-cotas.html title=Conheça 3 mitos da Lei de Cotas>incentivar e facilitar a admissão de estudantes que tenham algum grau de parentesco com esses escravos</a>.<br/><br/></p><p>O episódio aconteceu no ano de 1838, quando dois funcionários da instituição comercializaram <strong>272 pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças</strong>, como forma de arrecadar fundos e quitar as dívidas da universidade. A história só foi descoberta recentemente e gerou protestos por parte dos alunos.<br/><br/></p><p>Além do tratamento especial oferecido aos <strong>descendentes que se candidatarem à Georgetown</strong>, a instituição também vai renomear seus prédios em homenagem aos escravos vendidos, criar um novo instituto dedicado ao estudo da escravidão e construir um memorial.</p>
Fonte: Shutterstock
A Universidade de Georgetown, em Washington, nos Estados Unidos, encontrou algumas formas de compensar o lucro que obteve com a venda de escravos no século XIX.

Você pode ler também:
» Professora deixa mensagens de incentivo nas carteiras dos alunos
» Garota afegã passou 5 anos se vestindo de menino para poder estudar
» Todas as notícias de Educação

Na última quinta-feira, a instituição norte-americana, que é uma das mais importantes e tradicionais do país, anunciou que vai incentivar e facilitar a admissão de estudantes que tenham algum grau de parentesco com esses escravos.

O episódio aconteceu no ano de 1838, quando dois funcionários da instituição comercializaram 272 pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças, como forma de arrecadar fundos e quitar as dívidas da universidade. A história só foi descoberta recentemente e gerou protestos por parte dos alunos.

Além do tratamento especial oferecido aos descendentes que se candidatarem à Georgetown, a instituição também vai renomear seus prédios em homenagem aos escravos vendidos, criar um novo instituto dedicado ao estudo da escravidão e construir um memorial.


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