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Educação ficou 7,10% mais cara em São Paulo, aponta Fecomercio-SP

      
Fonte: Shutterstock
Segundo levantamento da Fecomercio-SP, os custos com educação na região metropolitana de São Paulo acumularam uma alta maior que a média da inflação nos primeiros sete meses deste ano, apresentando uma elevação nos preços de 7,10%. Dentre os níveis do ensino, a educação infantil, composta pelas séries da fase pré-escolar, foi a que apresentou a maior alta no período, com 12,67%.

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O ensino fundamental, segmento que vai do 1º ao 9º ano, veio na sequência com uma variação de 10,8% no preço, bem como o ensino superior, que apresentou alta de 10,64% na mensalidade. Além da educação regular, os cursos diversos também apresentaram elevação nos preços, com aumento de 11,71% para os cursos preparatórios e 8,38% para os cursos de idiomas.

Além da educação, a saúde foi outro segmento que apresentou aumentos maiores que a inflação, com 7,77%. Para a Fecomercio-SP, a alta dos preços nesses dois grupos de serviços “compromete ainda mais o já abalado orçamento das famílias, pois tratam-se de serviços de necessidade básica e que dificilmente podem ser suprimidos sem comprometer o bem-estar das mesmas”.

Classe B paga mais

Com base no levantamento, nota-se que a classe B, composta por famílias com rendimentos entre R$ 7.324,34 e R$ 12.207,22, é a parcela da sociedade que mais gasta com educação. Em média, 17,4% do orçamento familiar é voltado para o segmento. Já a classe A, cuja renda familiar supera os R$ 12.207,23, tem gastos inferiores com o serviço, gastando 13,2% com educação.

A classe social com menor gasto proporcional voltado para os estudos é a classe E, com 1,4% do orçamento, que costuma ser inferior a R$976,58. A classe D, por sua vez, direciona 2,1% para serviços educacionais e tem um rendimento médio de R$ 976,59 a R$ 1.464,87.


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