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Educação ficou 7,10% mais cara em São Paulo, aponta Fecomercio-SP

      
Segundo <strong>levantamento da Fecomercio-SP</strong>, os <strong>custos com educação na região metropolitana de São Paulo</strong> acumularam uma alta maior que a média da inflação nos primeiros sete meses deste ano, apresentando uma <strong>elevação nos preços de 7,10%</strong>. Dentre os níveis do ensino, a educação infantil, composta pelas séries da fase pré-escolar, foi a que apresentou a maior alta no período, com 12,67%.<br/><p><span style=color: #333333;><strong>Você pode ler também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/09/08/1143441/saeb-2015-alunos-ensino-medio-pior-nota-matematica-desde-2005.html title=Saeb 2015: alunos do ensino médio têm pior nota em matemática desde 2005>» <strong>Saeb 2015: alunos do ensino médio têm pior nota em matemática desde 2005</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/09/08/1143466/ensino-medio-segue-desempenho-estagnado-alcanca-meta-ideb-2015.html title=Ensino médio segue com desempenho estagnado e não alcança meta do Ideb 2015>» <strong>Ensino médio segue com desempenho estagnado e não alcança meta do Ideb 2015</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/educacao title=Todas as notícias de Educação>» <strong>Todas as notícias de Educação<br/><br/></strong></a></p><p>O ensino fundamental, segmento que vai do 1º ao 9º ano, veio na sequência com uma variação de 10,8% no preço, bem como o <a href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/05/11/1139372/portaria-quer-incentivar-criacao-cotas-pos-graduacao.html title=Portaria quer incentivar a criação de cotas na pós-graduação>ensino superior, que apresentou alta de 10,64% na mensalidade</a>. Além da educação regular, os <strong>cursos diversos também apresentaram elevação nos preços</strong>, com aumento de 11,71% para os cursos preparatórios e 8,38% para os cursos de idiomas.<br/><br/></p><p>Além da educação, a saúde foi outro segmento que apresentou aumentos maiores que a inflação, com 7,77%. Para a Fecomercio-SP, a alta dos preços nesses dois grupos de serviços “compromete ainda mais o já abalado orçamento das famílias, pois tratam-se de serviços de necessidade básica e que dificilmente podem ser suprimidos sem comprometer o bem-estar das mesmas”.<br/><br/></p><p><strong>Classe B paga mais</strong></p><p>Com base no levantamento, nota-se que a classe B, composta por famílias com rendimentos entre R$ 7.324,34 e R$ 12.207,22, é a <strong>parcela da sociedade que mais gasta com educação</strong>. Em média, 17,4% do orçamento familiar é voltado para o segmento. Já a classe A, cuja renda familiar supera os R$ 12.207,23, tem gastos inferiores com o serviço, gastando 13,2% com educação.<br/><br/></p><p>A classe social com menor gasto proporcional voltado para os estudos é a classe E, com 1,4% do orçamento, que costuma ser inferior a R$976,58. A classe D, por sua vez, direciona 2,1% para serviços educacionais e tem um rendimento médio de R$ 976,59 a R$ 1.464,87.</p>
Fonte: Shutterstock
Segundo levantamento da Fecomercio-SP, os custos com educação na região metropolitana de São Paulo acumularam uma alta maior que a média da inflação nos primeiros sete meses deste ano, apresentando uma elevação nos preços de 7,10%. Dentre os níveis do ensino, a educação infantil, composta pelas séries da fase pré-escolar, foi a que apresentou a maior alta no período, com 12,67%.

Você pode ler também:
» Saeb 2015: alunos do ensino médio têm pior nota em matemática desde 2005
» Ensino médio segue com desempenho estagnado e não alcança meta do Ideb 2015
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O ensino fundamental, segmento que vai do 1º ao 9º ano, veio na sequência com uma variação de 10,8% no preço, bem como o ensino superior, que apresentou alta de 10,64% na mensalidade. Além da educação regular, os cursos diversos também apresentaram elevação nos preços, com aumento de 11,71% para os cursos preparatórios e 8,38% para os cursos de idiomas.

Além da educação, a saúde foi outro segmento que apresentou aumentos maiores que a inflação, com 7,77%. Para a Fecomercio-SP, a alta dos preços nesses dois grupos de serviços “compromete ainda mais o já abalado orçamento das famílias, pois tratam-se de serviços de necessidade básica e que dificilmente podem ser suprimidos sem comprometer o bem-estar das mesmas”.

Classe B paga mais

Com base no levantamento, nota-se que a classe B, composta por famílias com rendimentos entre R$ 7.324,34 e R$ 12.207,22, é a parcela da sociedade que mais gasta com educação. Em média, 17,4% do orçamento familiar é voltado para o segmento. Já a classe A, cuja renda familiar supera os R$ 12.207,23, tem gastos inferiores com o serviço, gastando 13,2% com educação.

A classe social com menor gasto proporcional voltado para os estudos é a classe E, com 1,4% do orçamento, que costuma ser inferior a R$976,58. A classe D, por sua vez, direciona 2,1% para serviços educacionais e tem um rendimento médio de R$ 976,59 a R$ 1.464,87.


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