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Aumenta o número de matrículas no ensino superior do Brasil

      
<p>O <strong>SEMESP</strong> (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior) publicou nessa quinta-feira o <strong>Mapa do Ensino Superior no Brasil</strong>. A pesquisa revela o panorama da educação de nível superior no País. Na sua sexta edição o mapa se baseou em dados de 2014 para examinar o panorama do ensino superior. <strong>Foi apontado um aumento no número de matrículas em cursos públicos e particulares</strong>, mas a previsão para os anos seguintes é de que esse número caia em 3,6%. Pesquisa propõe que a queda se deva diminuição do número de contratos do FIES.</p><br/><p><span style=color: #333333;><strong>Leia também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/educacao title=Leia todas as notícias sobre Educação>» <strong>Leia todas as notícias sobre Educação</strong></a></p><br/><p>Dos 7,8 milhões de alunos matriculados no ensino superior brasileiro, 83% frequenta cursos presenciais e 17% é matriculado em cursos de educação a distância. Esse número é o resultado de um aumento significativo entre os anos de 2009 e 2014. A pesquisa mostra que a região Sudeste continua a ser a região com maior número de matrículas no ensino superior (3,1 milhões), seguida da região Nordeste (1,4 milhão).</p><br/><p>No quesito permanência, a rede pública continua apresentando números melhores. Na rede privada 51,6% dos alunos terminam o curso sem trancá-lo ou ser transferido. Em universidades particulares essa taxa é de 40,9%. A pesquisa apontou uma <strong>relação entre o programa FIES e a permanência dos alunos em cursos particulares</strong>: apenas 7,4% dos alunos beneficiados pelo programa desistiam do curso no primeiro ano, para comparação, a taxa de desistência para quem não tem financiamento é de 25,9%.</p><br/><p>O estudo mostrou que <a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/02/22/1136578/educacao-distancia-cresce-brasil-segundo-censo-mec.html title=Educação a distância é a que mais cresce no Brasil, segundo censo do MEC>cursos a distância têm crescido consideravelmente</a>, mas apenas na rede particular. Entre 2013 e 2014 houve um crescimento de 20% no número de matriculas na rede particular, e na rede pública ouve uma queda de 10%.</p><br/><p>Para conferir a pesquisa completa acesse o <a href=https://www.semesp.org.br/site/pesquisas/mapa-do-ensino-superior/mapa-do-ensino-superior-2016/ title=site da SEMESP target=_blank>site da SEMESP</a>.</p><p></p>
Fonte: Shutterstock

O SEMESP (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior) publicou nessa quinta-feira o Mapa do Ensino Superior no Brasil. A pesquisa revela o panorama da educação de nível superior no País. Na sua sexta edição o mapa se baseou em dados de 2014 para examinar o panorama do ensino superior. Foi apontado um aumento no número de matrículas em cursos públicos e particulares, mas a previsão para os anos seguintes é de que esse número caia em 3,6%. Pesquisa propõe que a queda se deva diminuição do número de contratos do FIES.


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Dos 7,8 milhões de alunos matriculados no ensino superior brasileiro, 83% frequenta cursos presenciais e 17% é matriculado em cursos de educação a distância. Esse número é o resultado de um aumento significativo entre os anos de 2009 e 2014. A pesquisa mostra que a região Sudeste continua a ser a região com maior número de matrículas no ensino superior (3,1 milhões), seguida da região Nordeste (1,4 milhão).


No quesito permanência, a rede pública continua apresentando números melhores. Na rede privada 51,6% dos alunos terminam o curso sem trancá-lo ou ser transferido. Em universidades particulares essa taxa é de 40,9%. A pesquisa apontou uma relação entre o programa FIES e a permanência dos alunos em cursos particulares: apenas 7,4% dos alunos beneficiados pelo programa desistiam do curso no primeiro ano, para comparação, a taxa de desistência para quem não tem financiamento é de 25,9%.


O estudo mostrou que cursos a distância têm crescido consideravelmente, mas apenas na rede particular. Entre 2013 e 2014 houve um crescimento de 20% no número de matriculas na rede particular, e na rede pública ouve uma queda de 10%.


Para conferir a pesquisa completa acesse o site da SEMESP.


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