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Número de candidatos que optaram por uso do nome social aumenta no Enem 2016

      
<blockquote style=text-align: center;><a href=https://www.universiaenem.com.br/ class=enlaces_med_registro_universia title=nosso guia target=_blank id=REGISTRO USUARIOS rel=nofollow>Universia Enem</a>: conheça a plataforma digital e gratuita de estudos para o Enem</blockquote><p>Desde de 2014, os candidatos ao <strong>Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)</strong> têm a opção de utilizar o nome social durante a participação na prova. Nesta edição, o número de travestis e transexuais que decidiram ser tratados pelo nome que preferem ser chamados foi quatro vezes maior que o ano em que a medida entrou em vigor.</p><p></p><p><span style=color: #333333;><strong>Leia também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/tag/not%C3%ADcias-enem-2016/ title=Todas as notícias sobre Enem 2016>» <strong>Todas as notícias sobre Enem 2016</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/10/11/1144449/saiba-enem-2016-quer-redacao.html title=Saiba o que o ENEM 2016 quer na sua redação>» <strong>Saiba o que o ENEM 2016 quer na sua redação</strong></a></p><p>Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep, nas provas do Enem 2016, <strong>407 candidatos optaram por usar o nome social</strong>. Em 2014, 102 pessoas optaram pelo tratamento e em 2015, 278 estudantes.</p><p>Em entrevista à Agência Brasil, a transexual Bruna Benevides, de 36 anos, contou que fará a prova pela primeira vez e solicitou o uso do nome social. Para ela, a medida garante cidadania para as pessoas transexuais e incentiva o grupo a participar do Enem. Segundo a candidata, se ela não tivesse a opção de usar o nome pelo qual prefere ser chamada, não participaria da prova, para evitar constrangimentos e comentários preconceituosos.</p><p><strong>Enem em números</strong></p><p>As mulheres continuam sendo maioria entre os estudantes que prestam o Enem. Nesta edição, elas representam 58% do total de inscritos na prova. Em relação a idade, os candidatos que têm entre 21 e 30 anos estão em maior número (31%) e os com idade igual a 18 anos são a minoria (12%).</p><p>Nesta edição, foram recebidos quase <strong>69 mil pedidos de atendimento especializado</strong>, que é destinado a candidatos cegos ou com baixa visão, deficiência física, intelectual e auditiva, autismos, dislexia, entre outros. Os recursos disponibilizados a esse grupo incluem provas superampliadas, maior acessibilidade e auxílio para transcrição.</p><p>Há também os atendimentos específicos, que prestam auxílio a sabatistas, idosos, gestantes, lactantes e pessoas em condição hospitalar. Nesta categoria, foram recebidos mais de 101 mil pedidos.</p><p>As provas do Enem 2016 acontecerão nos dias 5 e 6 de novembro. Para mais informações sobre o exame, clique <a href=https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/04/15/1138353/mec-divulga-edital-enem-2016-veja-datas-regras.html title=MEC divulga edital do Enem 2016: veja as datas e regras>aqui</a>.</p>
Fonte: Shutterstock
Universia Enem: conheça a plataforma digital e gratuita de estudos para o Enem

Desde de 2014, os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm a opção de utilizar o nome social durante a participação na prova. Nesta edição, o número de travestis e transexuais que decidiram ser tratados pelo nome que preferem ser chamados foi quatro vezes maior que o ano em que a medida entrou em vigor.

Leia também:
» Todas as notícias sobre Enem 2016
» Saiba o que o ENEM 2016 quer na sua redação

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep, nas provas do Enem 2016, 407 candidatos optaram por usar o nome social. Em 2014, 102 pessoas optaram pelo tratamento e em 2015, 278 estudantes.

Em entrevista à Agência Brasil, a transexual Bruna Benevides, de 36 anos, contou que fará a prova pela primeira vez e solicitou o uso do nome social. Para ela, a medida garante cidadania para as pessoas transexuais e incentiva o grupo a participar do Enem. Segundo a candidata, se ela não tivesse a opção de usar o nome pelo qual prefere ser chamada, não participaria da prova, para evitar constrangimentos e comentários preconceituosos.

Enem em números

As mulheres continuam sendo maioria entre os estudantes que prestam o Enem. Nesta edição, elas representam 58% do total de inscritos na prova. Em relação a idade, os candidatos que têm entre 21 e 30 anos estão em maior número (31%) e os com idade igual a 18 anos são a minoria (12%).

Nesta edição, foram recebidos quase 69 mil pedidos de atendimento especializado, que é destinado a candidatos cegos ou com baixa visão, deficiência física, intelectual e auditiva, autismos, dislexia, entre outros. Os recursos disponibilizados a esse grupo incluem provas superampliadas, maior acessibilidade e auxílio para transcrição.

Há também os atendimentos específicos, que prestam auxílio a sabatistas, idosos, gestantes, lactantes e pessoas em condição hospitalar. Nesta categoria, foram recebidos mais de 101 mil pedidos.

As provas do Enem 2016 acontecerão nos dias 5 e 6 de novembro. Para mais informações sobre o exame, clique aqui.


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