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Em pesquisa, crianças ao redor do mundo avaliam educação em seus países

      
 98% dos entrevistados acredita que a educação é importante
98% dos entrevistados acredita que a educação é importante  |  Fonte: Shutterstock

Dizem que, se você quer uma resposta sincera sobre algo, então, o melhor a se fazer é perguntar para uma criança. Esse é o conceito seguido pela Child Fund Alliance, organização de desenvolvimento social, em sua pesquisa “Pequenas Vozes, Grandes Sonhos”. Nela, crianças ao redor do mundo opinam sobre a educação em país.

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Realizado com 6.226 entrevistados – sendo 3.658 deles de países em desenvolvimento e 2.568 de países desenvolvidos – entre 10 e 12 anos de 41 nações, o estudo mostra que uma opinião é praticamente unânime: 98% acredita que a educação é importante, especialmente para a inserção no mercado de trabalho.

Tal preocupação, aliás, é muito presente principalmente entre crianças de países em desenvolvimento. Neles, 64% acredita que estudar é uma maneira de conseguir um emprego e se inserir no mercado. Esse número tem uma queda drástica em países desenvolvidos: 40% enxerga os estudos como meio de ingressar em um trabalho. Em geral, tal associação também é pensada como forma de colaborar com o próprio país.

QUALIDADE E MUDANÇAS

Perguntadas sobre o que fariam caso fossem líderes em seus países, 47% respondeu que construiria ou reformaria as escolas e 24% disse que iria melhorar a qualidade de ensino contratando mais professores. Quando o assunto é o que elas mais gostam na escola, 47% respondeu que é aprender coisas nova, 26% disse que era estar com os amigos.

QUESTÕES PREOCUPANTES

Um dos dados mais preocupantes constatados pela pesquisa foi que 31% afirmou que suas escolas não são seguras nunca ou apenas às vezes. 43% delas relaciona a segurança com a adoção de medidas que visam proteger os alunos, como supervisão, professores que inspirem confiança e instalações de qualidade.

Outro levantamento que causa preocupação é o fato de que, globalmente, 26% das crianças afirmaram já ter faltado às aulas para trabalhar e ajudar na renda familiar. O estudo completo, com as análises por país, indicativos de idade e gênero pode ser visualizado no portal da Child Alliance.


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