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As Universidades que estão na vanguarda com o uso da tecnologia

      
O aluno já começa a ter maior autonomia e participaçtão ativa nas aulas
O aluno já começa a ter maior autonomia e participaçtão ativa nas aulas
  • É cada vez maior a proporção de estudantes que assistem a uma aula fora da sala.
  • O aluno tem acesso à toda a informação da matéria através da Internet e só vai à aula para realiza projetos ou conversar com seu professor.
  • A colaboração das instituições com empresas e o mundo profissional real proporciona recursos tecnológicos e financeiros sem precedentes.

1) Stanford

Universidade de Stanford, na Califórnia, cresceu junto com a Silicon Valley. Desde a sua fundação, em 1885, teve uma ambição empreendedora. Larry Page e Sergey Brin fundaram Google durante a sua época de estudantes de doutorado. Steve Ballmer, ex-conselheiro delegado da Microsoft são o coração da Silicon Valley.

Este ano letivo teve a taxa mais baixa de admissões da história da Instituição. Apenas 5% dos que solicitaram vaga a conseguiram. Na Universidade de Stanford, se um aluno não aprende, a responsabilidade é do professor.

Os chamados MOOC, que são cursos massivos on-line, cumprem um papel crucial na extensão da Universidade que vai além do campus. Formação continuada, aliança com Coursera e, principalmente, uma estratégia que os distancia do resto, o incentivo para continuar estudando até terminar a matéria.

O gaming, como são chamadas as mecânicas dos vídeos para conseguir metas, está implantada no seu universo on-line.

2) MIT

Salas de trabalho onde os estudantes testan inserir chips luminosos nos desenhos de moda, salas pelas que caminham robôs e aulas nas que aprovar se consegue criando uma empresa. Este é o perfil de Massachusetts Institute of Technology (MIT), a universidade de Boston que lidera o ensino superior norte-americano quando o assunto é combinar a educação e o uso da tecnologia pelos alunos e professores.

No MIT estudam há anos a evolução da capacidade de aprendizado dos estudantes, conforme vão aumentando o seu contato com a tecnologia, assim como o processo de adaptação que os professores devem levar a cabo.

Este ano se espera que 22 milhões de estudantes se registrem em aulas on-line. Segundo alguns estudos, a entrada da tecnologia na sala de aula tem quatro impactos signi?cativos na educação: facilita a criação de conhecimento em grupo; a conectividade muda o lugar onde se estuda e as expectativas do aluno; as redes sociais impulsam o aprendizado através da prática e surgem novos tipos de estudantes.  

Conscientes desta tendência, os responsáveis do MIT se aliaram em 2012 com a universidade de Harvard para lançar seu ambicioso projeto EdX de aulas on-line.

Os universitários norte-americanos sabem que a responsabilidade de aprender é sua, estão acostumados a desenhar o seu próprio currículo e assumem que a participação e sua implicação nas aulas são parte da nota.

3) Suíça

Com sedes em Zurique e Laussanne, a Swiss Federal Institute of Technology está considerada como uma das melhores universidades técnicas do mundo. A Escola Politécnica Federal de Zurique (EPFZ) foi fundada em 1855 e entre seus ex alunos está Albert Einstein. Lá estudaram 21 ganhadores do Prêmio Nobel.

Na Swiss Federal Institute of Technology os estudantes trabalham com sistemas reais desde o primeiro momento. No primeiro ano os engenheiros estudam uma base comum de Matemática, Física e Química, mas já no segundo ano se especializam em cursos desenvolvidos como laboratórios orientados à prática.

Como parte das suas inovações em matéria de ensino, a EPFL eliminou as provas escritas, já que preferem que os estudantes aprendam trabalhando em projetos concretos.

4) Universidade de Cambridge 

No Reino Unido, há oito anos uma pesquisa realizada com professores de inglês em várias universidades já demosntrava que 11% deles usavam blogs em suas aulas; 12% utilizavam podcast e 54% lousas interativas.

Nos últimos seis anos, Cambridge convidou a todos os seus professores a fazer o esforço de facilitar aos estudantes o seguimento de suas aulas também através da Internet, oferecendo-lhes a tecnologia necessária para alojar vídeo, exercícios, bibliografia, e todo o necessário para que o aluno possa seguir o seu próprio ritmo sem estar limitado pela assistência às aulas e permitindo a relação direta professor/aluno on-line.

Além disso, a universidade oferece incentivos econômicos para que desenvolvam novas fórmulas de ensino baseadas nas novas ferramentas.



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