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Os chatbots: uma tecnologia que pode revolucionar o sistema educativo

      
O uso dos chatbots podem liberar tempo para orientação presencial do professor
O uso dos chatbots podem liberar tempo para orientação presencial do professor
  • Criados a principio como um recurso para empresas, os chatbots vem evoluindo de maneira espetacular e podem chegar a revolucionar a maneira de educar.
  • Saiba como essa tecnologia de robótica conversacional pode ser incorporada ao sistema educativo no futuro.
  • Os avanços da IA permitem que os chatbots entendam a linguagem humana e utilizem um sistema de memorização acumulativo para personalizar seu atendimento.

Entre as numerosas tendências das novas tecnologias que se desenvolvem em Sillicon Valley, o chatbot é uma das apostas fortes. Conta com amplo financiamento por parte das grandes empresas, entre as quais os serviços de mensageria do facebook e do google ocupam o primeiro lugar.

No entanto, o que começou como uma estratégia empresarial para automatizar, simplificar e aprimorar o serviço de atenção ao cliente mostra agora um potencial revolucionário no campo da educação, sobretudo com a crescente integração da IA ao sistema. 


O que são os chatbots?

Os chatbots são programas inteligentes projetados para interagir e conversar com o usuário, sem que atrás haja um humano. Eliza foi o primeiro programa a usar essa tecnologia, em 1966, com a intenção de demonstrar as possiblidades de comunicação entre o ser humano e a máquina.

De lá pra cá essa tecnologia avançou a passos largos, e nossa velha conhecida Siri foi um dos primeiros assistentes virtuais a ganhar notoriedade. Os hoje chamados chatbots dão um passo adiante na robótica conversacional, a partir do momento em que são capazes de armazenar e reutilizar memória de maneira inteligente.

Os avanços em NPL (Natural Lenguage Process)– a capacidade de entender a linguagem natural – e a mencionada Machine Learning fazem que os chats automatizados possam oferecer inúmeros recursos aplicáveis à educação. O primeiro deles é a possibilidade de uma atenção personalizada ao aluno.

As instituições educativas que adotem esse recurso poderão agilizar processos administrativos e burocráticos, automatizar questionários, organizar as agendas do professorado e facilitar o conhecimento do sistema acadêmico, tudo isso sem limitações de tempo ou lugar.

Os chatbots educativos e a aprendizagem personalizada

Mas é no campo do ensino que as possibilidades de um chatbot educativo se tornam realmente fascinantes. O Active Learning, ou aprendizagem ativo, personalizado, mais que uma tendência já é uma demanda do processo formativo – e profissional – ganha com os chatbots um campo enorme de possibilidades.

O sistema inteligente, além de extremamente útil nos cursos on-line, pode funcionar como apoio virtual num projeto de pesquisa, por exemplo, e ir além ao facilitar a interação com os professores envolvidos, agora liberados da necessidade de estar presentes em questionários de rotina ou de perguntas frequentes.

Como nova tecnologia em desenvolvimento, o chatbot educativo usará cada vez mais um recurso conhecido como as “árvores de decisão”, que promove um aumento de funcionalidade ao fazer com que se possa conhecer a intenção exata atrás das consultas dos usuários.

Maquinas inteligentes, humanos com tempo extra

Outra das possibilidades do uso chatbot na aprendizagem é a incorporação do gaming, ou gamificação, que se utiliza da dinâmica do jogo, com narrativa, desafios e recompensa, aportando um estímulo extra nos processos educativos, como o que já utiliza o aplicativo Duolingo no ensino de idiomas, por exemplo.

O uso (e o desenvolvimento) do chatbot no Brasil vem crescendo, o que fica comprovado pelo enorme volume de sites e blogs sobre o tema. Entretanto, segundo os dados da web em espanhol planetachabot, no Brasil o uso dessa ferramenta ainda se dá maioritariamente em dispositivos móveis.

O que fica claro é que, mesmo sendo uma tecnologia que está dando seus primeiros passos, o futuro indica que essas máquinas inteligentes, usadas tanto em serviços diversos como na educação, permitirão que sobre mais tempo para o usuário se dedique a questões estratégicas, culturais ou criativas.

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