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6 fatores de sucesso para a transformação digital da educação no Brasil

      
As novas tecnologias também permitem que o aluno aplique o raciocínio lógico e o senso crítico
As novas tecnologias também permitem que o aluno aplique o raciocínio lógico e o senso crítico  |  Fonte: Shutterstock
  • A transformação digital chegou para ficar. Itinerários formativos devem se adaptar às novas tecnologias, como a realidade aumentada ou o Big Data.
  • As instituições educativas não podem deixar passar a oportunidade de liderar esta transformação digital se querem conectar com as novas gerações.
  • Tecnologias estão pensadas para o desenvolvimento das novas competências digitais que o mercado de trabalho demanda.

A formação on-line não é algo novo, o certo é que está experimentando um auge importante nos últimos tempos. Com a metodologia e-Learning o aprendizado se democratiza e se rompem espaço-temporais para chegar à mais pessoas.

A realidade virtual aterrissou no campo da formação para ficar. Cada vez são mais as ferramentas que possibilitam um aprendizado experiencial em ambientes 3D. Novos espaços imersivos onde o usuário adquire as capacidades necessárias para solucionar diferentes desafios formativos. Sem esquecer que a experiência é uma das alternativas mais eficientes para a consolidação de conhecimentos.


1. Aprendizado em 3D

Os ambientes em 3D facilitam a explicação de conceitos complexos, com um ponto de motivação, de uma forma mais rápida. Uma alternativa que nos transporta para diferentes espaços onde o estudante deixa de ser um espectador para ser protagonista ativo do seu aprendizado.

Com a realidade virtual se abre um extenso leque de possibilidades para desenhar, criar e compartilhar conhecimento.

O que é preciso? Uns óculos de visão HDM 360º, um dispositivo eletrônico compatível (pode ser um computador, uma tablete ou um smartphone) e predisposição para abrir a mente e deixar que a imaginação voe.

2. Gamificação

A gamificação educativa não consiste simplesmente em jogar videogame. É uma metodologia que permite a internalização de conhecimentos de forma lúdica, gerando uma experiência positiva no aluno. Os chamados jogos de aprendizagem com uma proposta didática, sem a vestimenta da “obrigatoriedade” tal como se apresentam as metodologias tradicionais.

Os jogos educativos são desenhados a partir de uma série de mecânicas, como histórias, recompensas ou níveis. As instituições educativas apostam cada vez mais por recursos gamificados nos seus planos de estudo para conectar com as novas gerações.

3. Aprendizado colaborativo

A evolução da Internet permitiu que o aprendizado colaborativo e todas as sinergias relacionadas sejam possíveis. Uma metodologia dinâmica que permite desenvolver habilidades, como o trabalho em equipe, o espirito crítico ou as relações interpessoais.

A diversidade de conhecimentos e experiências dos diferentes integrantes do grupo promove um aprendizado baseado na motivação e no esforço coletivo para alcançar os objetivos marcados. Neste processo, as redes sociais aplicadas à educação são determinantes para o impulso desta metodologia.

4. Youtube e o ensino

A Internet também está mudando o papel dos professores. Se antes nós assistíamos a aulas magistrais, com monólogos intermináveis, agora estes profissionais apostam pelas novas tecnologias e redes sociais para compartilhar o seu conhecimento. Os “professores youtubers” utilizam o poder do audiovisual para conectar com a audiência de uma forma mais amigável, próxima e muito inspiradora.

5. Robótica e programação

O pensamento robótico e a programação são tendências que tem cada vez mais aceitação entre as instituições educativas. Dentro de um contexto digital, estas dinâmicas potenciam o raciocínio lógico, a compreensão de conceitos abstratos e a aquisição de conhecimentos informáticos para a vida diária.

Contar com um pensamento global sobre estas duas áreas possibilita uma maior adaptação ao desenvolvimento já desenfreado das novas tecnologias.

6. Machine Learning

O Big Data aplicado à educação, também conhecido como machine learning, permite melhorar a experiência formativa dos usuários através do poder dos dados. Esta tecnologia proporciona informação sobre o que funciona e o que não.

Estabelecendo padrões de conduta, o formador pode adaptar seu programa às necessidades específicas de cada aluno, ou seja, este sistema mede o progresso do aluno e detecta se ele precisa de informação complementar ou se tem que enfatizar em determinados conceitos.  


Neste cenário, tanto as instituições educativas como as empresas estão fazendo um esforço para adaptar seus meios, conteúdos e objetivos à uma realidade digital onde a sala de aula deixará de ser dentro da escola ou da universidade para se estender a qualquer lugar com conexão à Internet. Mochila digital, dispositivos na sala de aula, u-learning, MOOC... são ainda outros conceitos que temperam esse novo ecossistema.


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