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Por que estudar Design Digital?

      
Por que estudar Design Digital?
Por que estudar Design Digital?  |  Fonte: Shutterstock

De repente, uma mensagem aparece na tela: “Acorde, Neo!”. A relação entre Matrix e design digital ao mesmo tempo que parece óbvia, pode não ser clara. Mas a breve citação a cena do filme responde a pergunta do título deste artigo: “Por que estudar design digital?”

Acorde, leitor!

Vivemos um novo paradigma - a revolução digital. E utilizo aqui paradigma num sentido similar ao do filósofo Thomas Kuhn em sua obra “A Estrutura das Revoluções Científicas”. De tempos em tempos, uma nova ideia, conceito ou invenção funda um novo paradigma a partir do qual outros cientistas e homens de ideias irão desenvolver seus trabalhos.

O campo profissional

O design digital é a profissão-chave para que alguém possa se enquadrar no “admirável mundo novo” da era digital, e não ficar de fora preso na Matrix que ele mesmo criou!

As profissões e oportunidades de trabalho mais promissoras atualmente envolvem o domínio da linguagem digital, e o profissional de design digital (chamado de designer digital) é responsável justamente por criar e desenvolver aplicativos, animações, sites na web e trabalhos relacionados.

A menção à obra de Thomas Kuhn não foi figura de retórica. O paradigma estabelecido pela revolução digital fez com que, não apenas surgissem novas profissões, mas as antigas tiveram que se reinventar. Desde o mercado educacional até o mercado editorial tiveram que se adaptar aos novos tempos.

Velhas carreiras, novas roupagens

Tomemos o exemplo do mercado educacional. Desde a expedição do Decreto nº 9.057 de 25 de Maio de 2017 até 2018, que regulamentou o ensino à distância no Brasil, os pólos EAD cresceram 133%!

E para se destacar neste mercado, o papel do profissional de design digital é fundamental. É ele que criará não apenas o site da instituição de ensino, mas a própria interface digital dos cursos, também chamado de ambiente virtual de aprendizagem. E um bom ambiente virtual de aprendizagem será determinante no sucesso ou fracasso do aluno.

Por outro lado, professores que possuem conhecimento de design digital podem se destacar no próprio campo de trabalho ao criarem aulas interativas e materiais de ensino diferenciados.

Quanto ao mercado editorial, ao menos no caso do Brasil, a urgência de adaptação aos tempos da era digital é ainda mais dramática. As duas maiores redes do mercado livreiro do Brasil fecharam o ano de 2018 em crise, com o fechamento de dezenas de lojas em todo o país, como consta em artigo do site de notícias G1 em 1º de Dezembro de 2018. Um dos motivos, segundo o artigo, é a falência do modelo tradicional, ainda apegado ao livro físico.

Por outro lado, as vendas na plataforma digital Amazon registraram um aumento de 19.1% no final de 2018.

Segundo um artigo da revista Época, edição digital de 8 de Agosto de 2018, “O e-book e a crise do mercado editorial”, se as editoras tivessem apostado no livro digital, a crise não teria sido mais grave.

Fica a pergunta: Como se enquadrar neste novo mundo digital? A resposta é a mesma: estudar o design digital. E é sempre bom lembrar que o design digital possui um amplo campo de atuação, como foi dito no começo deste artigo.

Enfim, vivemos em um novo paradigma. E ele possui uma linguagem. Esta linguagem é digital. O designer digital é um dos profissionais mais versáteis deste universo, porque pode atuar em várias frentes. Se não aproveitarmos isso ou se não elaborarmos novas estratégias de atuação que levem em conta o design digital, corremos o risco de ficarmos presos na Matrix do paradigma passado, sujeitos ainda à crises, perda de clientes e até falência.

Acordem!


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