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Introduzindo a musicoterapia nas escolas

      
Introduzindo a musicoterapia nas escolas
Introduzindo a musicoterapia nas escolas  |  Fonte: Fotos Universia

Métodos não tradicionais de tratamento

Quando pensamos no tratamento de doentes ou pessoas com deficiência, logo pensamos no tratamento clínico, com emprego de remédios e terapias tradicionais, como a fisioterapia, fonoaudiologia e outras tantas formas há muitos anos consolidadas como formas tradicionais de estímulo. 

Hoje, a medicina tem visto como o emprego dessas outras terapias têm auxiliado no tratamento e na recuperação dos pacientes, muitas vezes de forma muito mais eficaz do que o uso de fármacos. Essas formas não tradicionais são chamadas de práticas integrativas e complementares e englobam práticas como:

  • Musicoterapia;

  • Reiki;

  • Arteterapia;

  • Acupuntura;

  • Meditação;

  • Hipnoterapia;

  • Cromoterapia e muitas outras;

Todas estas práticas integrativas adotam elementos como a música, artes, hipnose e as práticas orientais no dia a dia dos doentes e pessoas com deficiência.

A descoberta da musicoterapia

A musicoterapia é uma das formas que está dentro do rol das chamadas práticas integrativas, mas que, na verdade, nada mais é do que o emprego de uma manifestação artística como forma de auxiliar no tratamento dos doentes.

Ao adotar os elementos sonoros como forma de estímulo dos aspectos sensoriais e de integração de pessoas que estamos enfrentando uma realidade similar, a musicoterapia tem sido, cada vez mais, inserida não apenas no tratamento de doentes. Tal cuidado poderia ser considerado para casa, mas também nos cuidados e na reabilitação de inúmeras pessoas com deficiência e idosos. 

Nesse contexto, muitas doenças passaram a ser compreendidas como manifestações do nosso corpo que são resultado de desequilíbrios emocionais ou biológicos e mostram que o ser humano pode ter abordagens muito mais complexas do que a formação de um curso de medicina pode trazer para esta pessoa.

O uso de elementos da música como o som, ritmo, harmonia e melodia facilitam a comunicação, a aprendizagem e a expressão de formas como nenhuma outra. Entre os benefícios da musicoterapia, podemos enumerar:

  • Boa sensação de estar no arroz branco e levo o fune relaxamento;

  • Expressão dos sentimentos através da música;

  • Melhoria na expressão corporal e qualidade de vida;

  • Auxílio no desenvolvimento de crianças; e

  • Estímulo ao raciocínio lógico matemático e pragmático.

Formas de adoção da música como terapia

Trata-se de um método que insere o universo da música como meio de reabilitar o indivíduo física, social ou psicologicamente. Pode ser utilizado em hospitais, clínicas, escolas e até mesmo em empresas. 

Neste último caso, há uma tendência ao emprego da música como mecanismo de redução de estresse já que, de modo geral, a música atua nas regiões do cérebro responsáveis pela produção de hormônios, como a endorfina, que dão ao indivíduo a sensação de prazer.

Nas escolas, por suas vez, a musicoterapia costuma apresentar uma excelente aceitação pelas crianças, que são naturalmente curiosas e interessadas nesta forma de arte diferente do ensino convencional. 

A música estimula a interação social dentro das turmas e no ambiente coletivo, diminui os casos de depressão em menores, além de apresentar avanços no ensino de crianças com alguma deficiência, como é o caso daquelas que têm síndrome de Down e autismo.

Com a facilidade de acesso aos aplicativos de streaming como Spotify e semelhantes, a introdução da música em qualquer local é ainda mais simples, sendo fácil ao terapeuta passear pelos diversos estilos musicais para determinar qual apresenta a melhor resposta com o paciente.

No caso das crianças, a musicoterapia também pode ser adotada em conjunto com um trabalho feito por uma fonoaudióloga que integra e adapta os mais variados instrumentos no tratamento. Assim, é possível que os pequenos possam desenvolver suas habilidades de coordenação motora fina, além de criar o ambiente propício para integração e formação de vínculos afetivos dentro de sala de aula com os demais colegas de turma.

Cada dia mais, as formas de ensino diversas do tradicional, que adotam o giz e o quadro branco, são bem vindas neste pequeno ambiente. 


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