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Conhecendo o curso de Relações Internacionais

      
A globalização revolucionou as fronteiras entre países e expandiu enormemente o mercado do profissional de Relações Internacionais
A globalização revolucionou as fronteiras entre países e expandiu enormemente o mercado do profissional de Relações Internacionais  |  Fonte: iStock

Hoje, a interface de interação entre países é tamanha que não se limita ao campo de relações internacionais. Percebe-se uma interdependência entre as nações e suas economias que podem desencadear reações em cadeia. Tendo isto em mente, este campo de pesquisa e mercado cresceu, estimulando o surgimento de faculdades de relações internacionais.


Primeiros contatos com o curso


A primeira faculdade de Relações Internacionais abriu suas portas, no Brasil, em 1969, dentro da UNB. Este fato, certamente, está relacionado com a localização do Governo Federal e, principalmente, do Ministério das Relações Exteriores no Distrito Federal. 


Mesmo após alguns anos, bem poucas faculdades de Relações Internacionais foram abertas. No entanto, após a década 90, o fenômeno da globalização alterou a forma como nos relacionamos como cidadãos globais. Hoje, esse número já passa de mais de 100 instituições em todo país. 


Os cursos são apresentados sempre com a mesma estrutura e misturam disciplinas de direito, ciência política e economia. Isto significa que o aluno, certamente, terá uma elevada carga de leitura ao longo da faculdade. Outro aspecto fundamental é o domínio de línguas estrangeiras, já que muitos textos passados pelos professores são de autores europeus e devem ser lidos no idioma original.


Perfil do estudante


Essa questão da afinidade com idiomas, normalmente, já é um traço marcante do aluno que pensa em ingressar neste curso. Muitos, inclusive, já sabem 2 ou 3 idiomas estrangeiros ao prestar o vestibular, mas se este não é o seu caso, não tem problema. 


Normalmente as grandes universidades oferecem cursos de idiomas, ministrados pela escola de Letras, a um valor acessível. Essa é uma excelente dica para você durante a sua graduação, inclusive!


A paixão por disciplinas como história e geografia também costuma ser frequente e estas matérias serão retomadas e aprofundadas ao longo da faculdade. 


Por fim, os estudantes que buscam faculdades de Relações Internacionais costumam, quase que sem exceção, ser ávidos devoradores de notícias, seja assistindo telejornais, lendo periódicos ou jornais eletrônicos. 


Esses alunos sempre acompanham o que está se passando na economia da China, a economia Americana e podem falar sobre o Brexit. A atualização sobre política e economia deve ser diária, já que a velocidade com que as mudanças surgem é assustadora. 


Estrutura do curso


O curso é oferecido como uma graduação, com duração média de 4 anos e costuma ser oferecido na modalidade presencial, mas existem opções online. Além dos três pilares (direito, economia e política) norteadores, as disciplinas oferecidas compreendem ainda campos como sociologia, filosofia e estatística.


Você encontrará faculdades de Relações Internacionais tanto privadas quanto públicas, sendo necessário verificar as notas de corte do enem necessárias para o ingresso. 


Mercado de trabalho


As perspectivas de emprego para o profissional formado na área são muito boas e ele pode optar por alguns caminhos. Os principais são:


  1. Diplomacia


O ingresso nos quadros do Ministério das Relações Exteriores é feito através de um dos concursos mais difíceis do Brasil. Ele ocorre anualmente e é composto de cinco fases que exigem um conhecimento amplo e profundo de vários campos do conhecimento, inclusive o domínio de inglês, francês e espanhol. 


Todos os anos, os candidatos aprovados entram para o Instituto Rio Branco, onde farão seu curso de formação. Concluída mais esta etapa, o candidato passa a integrar o quadro do corpo diplomático brasileiro como Terceiro Secretário e segue sua carreira podendo chegar até Embaixador.


  1. Trabalhar em multinacionais e organismos internacionais


O conhecimento do cenário internacional e de comércio exterior é perfeito para as atividades de consultoria e análise de cenários econômicos, que tantas empresas internacionais buscam hoje em dia. Além disso, organismos e organizações internacionais, por terem atuação em diversas nações, mantém um corpo de funcionários com familiaridade em todos os países que a integram.


  1. Setor público


Ainda que a diplomacia não deixe de fazer parte do setor público, dada a sua relevância, cabe deixá-la em destaque, mas ainda é interessante diferenciar as possibilidades de outros concursos para agências reguladoras e estatais, além da própria administração direta em si.


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