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4 opções de financiamento estudantil para graduação no Brasil

      
 Em 2017, as instituições particulares ofertaram 9 milhões de vagas no Brasil.
Em 2017, as instituições particulares ofertaram 9 milhões de vagas no Brasil.  |  Fonte: iStock

O sonho de ingressar no ensino superior faz parte da vida de milhões de brasileiros. Entre os que já estão cursando uma graduação, a maioria o faz em uma instituição privada. De acordo com o Censo da Educação Superior, o país tem mais de 2 mil instituições de ensino superior (IES) particulares, contra cerca de 300 públicas. Foram 9 milhões de vagas ofertadas em 2017 no primeiro caso e menos de 900 mil no segundo.

Infelizmente, dependendo do curso, o valor da mensalidade pode ser uma barreira para a realização da matrícula. Para resolver esse desafio, muitas faculdades oferecem auxílio financeiro aos alunos, sendo o financiamento estudantil um deles. Confira quatro opções que a Universia Brasil separou pra você:

FIES

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da Educação (MEC), que está em vigor desde 2001. Apesar de já ter sido a principal forma de financiamento de calouros – representou mais de 20% dos financiamentos em 2014 -, a modalidade tem caído bastante em função de regras mais rígidas do governo. Em 2017, a porcentagem de ingressantes do FIES foi de somente 5,7%.

Após sofrer algumas reformulações nos últimos anos, o financiamento funciona da seguinte forma agora:

  • Poderá se inscrever no processo seletivo o candidato que participou do ENEM a partir da edição de 2010 e obteve média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos e nota superior a 0 na redação.

  • Para se inscrever nas modalidades FIES e P-Fies, é necessário que o candidato possua renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.

  • No segundo semestre de 2019, os novos contratos vão ter taxa real zero de juros. 

  • Durante o curso, o estudante financiado deve pagar mensalmente o valor da coparticipação, diretamente ao agente financeiro. Quando terminar os estudos, realizará o pagamento do saldo devedor de acordo com sua realidade financeira. Caso a pessoa não tenha renda, ela fará apenas o pagamento mínimo. 

  • O FIES é uma forma de ingresso, ou seja, o candidato não precisa fazer o Vestibular da instituição de ensino superior. A nota do ENEM será um dos itens avaliados.

  • O processo seletivo do FIES ocorre no início e no meio do ano. É importante acompanhar o site para ver as novidades, editais e prazos.

Acesse aqui o FAQ do FIES para outros detalhes.

Pravaler

O Pravaler é o maior programa de financiamento universitário privado do Brasil. Após adquiri-lo, o estudante realiza o pagamento das parcelas diretamente a ele.

O processo de contratação é menos burocrático e mais flexível que o do FIES. Você realiza o cadastro no site, passa pela avaliação de crédito e, depois disso, o Pravaler confirma seus dados acadêmicos com a instituição. Quando tudo estiver certo, é hora de enviar os documentos, o contrato assinado e aguardar o e-mail de confirmação do financiamento estudantil.

Confira algumas informações:

  • Taxas e juros: até 2,19% ao mês;

  • O garantidor precisa ter renda superior a um salário mínimo;

  • É necessário ter renda mínima de 2,2 vezes o valor da mensalidade;

  • O crédito pode ser solicitado o ano todo;

  • O Pravaler não exige nota do ENEM;

  • É preciso estar aprovado (a) no processo seletivo da faculdade escolhida para concluir o financiamento;

  • Não é preciso ter conta bancária;

  • Não tem limite de vagas.

Acesse o site do Pravaler aqui.

CredIES

Lançado em 2015, o CredIES é um financiamento da Fundacred que, similar ao Pravaler, pode ser contratado mais facilmente que o FIES. Você faz um cadastro, simula o crédito, verifica se a instituição de ensino desejada está na lista de IES conveniadas e realiza a solicitação. A restituição inicia após a data prevista da formatura, diretamente à Fundacred.

Confira alguns detalhes:

  • Taxas e juros: taxa administrativa de 0,35% ao mês, livre de juros remuneratórios;

  • É necessário que o estudante tenha um fiador e apresente as documentações requisitadas, respeitando prazos e processos da Fundacred e instituições de ensino;

  • Durante a análise, o nome do estudante não passa por consulta aos serviços de proteção de crédito, apenas o do fiador indicado;

  • Não exige nota do ENEM, mas é preciso estar aprovado(a) no processo seletivo da faculdade.

Visite o site aqui.

Financiamento estudantil da própria instituição

Uma modalidade de crédito universitário que tem crescido muito no Brasil é o financiamento próprio das IES particulares. Segundo o Inep, entre 2014 e 2017, o número de instituições que passaram a oferecer o auxílio foi de 14,4% para 28,3%. 

Antes de tudo, verifique com a faculdade de interesse se ela oferece isso e como funciona. 

Outras opções

Caso nenhuma das quatro opções de financiamento estudantil acima se encaixe no seu perfil, não desanime. Existem outras maneiras de pagar pelo curso!

Um exemplo é o financiamento por meio de bancos. A Universia já apresentou detalhes do assunto: veja aqui

As bolsas de estudo também são variadas. Além do Prouni, do governo federal, existem várias opções no Brasil – confira algumas delas aqui.


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