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Atualidade do curso de comércio exterior

      
Embora mais atuante no comércio internacional, a participação brasileira no comércio exterior sofre críticas devido à escolha do modelo exportador adotado.
Embora mais atuante no comércio internacional, a participação brasileira no comércio exterior sofre críticas devido à escolha do modelo exportador adotado.  |  Fonte: iStock

FATOS SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR NO BRASIL


Somente após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil se lança de fato no comércio internacional, exportando basicamente para os países participantes da guerra, não somente produtos primários mas também alguns manufaturados.


Na década de 70, já sob a ditadura militar, o governo brasileiro adotou algumas medidas que visavam incrementar ainda mais as exportações. No entanto, não foi dado prosseguimento a esta política de incentivo às exportações na década seguinte (80), o que acabou levando ao protecionismo, principalmente porque o Brasil não acompanhou o progresso tecnológico que estava sendo então efetuado nos países desenvolvidos do mundo. 


Não obstante, na década de 90, já sob governo civil, o mercado brasileiro se abriu para as importações, o que num primeiro momento foi crítico para os empresários nacionais, porque os produtos importados eram mais baratos e de maior qualidade. Por outro lado, já nos anos 2000, a produção nacional conseguiu se nivelar à exterior e foi alcançado um equilíbrio. 


Ver https://blog.intradebook.com/pt/um-breve-historico-do-comercio-exterior-do-brasil/


CRÍTICAS AO MODELO EXPORTADOR BRASILEIRO


Embora mais atuante no comércio internacional, a participação brasileira no comércio exterior sofre críticas devido à escolha do modelo exportador adotado. Em face da crescente competitividade mundial e do protecionismo de alguns países, acrescido do aparecimento de gigantes exportadores como a China, a situação do Brasil é extremamente frágil, pois a nossa pauta de exportações ainda é puxada por produtos primários, que embora apresentam taxas crescentes de exportação, por vezes esbarram no protecionismo dos países desenvolvidos.


Por outro lado, a exportação de manufaturados brasileiros é extremamente baixa em vista do potencial do Brasil. A participação brasileira no comércio mundial de manufaturados é de menos de 1%!


Ver https://oglobo.globo.com/economia/em-mundo-mais-competitivo-protecionista-exportacoes-do-brasil-tem-futuro-desanimador-pela-frente-6424081



ATUALIDADE DO CURSO DE COMÉRCIO EXTERIOR


Muitas universidades privadas, identificando o potencial subaproveitado do comércio exterior no Brasil, têm oferecido cursos de graduação e pós-graduação em comércio exterior, como a Universidade Estácio de Sá, Universidade do Sul de Santa Catarina, Fundação Getúlio Vargas e Centro Universitário IBMR. 


Existem, entretanto, instituições pioneiras, mantidas pelo empresariado ligado ao comércio exterior brasileiro, que promovem cursos de capacitação nas aulas de comércio exterior em várias áreas, como a FUNCEX (Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior) e a ABRACOMEX (Associação Brasileira de Consultoria e Assessoria em Comércio Exterior).


No caso específico da ABRACOMEX, além de várias formações e da graduação em comércio exterior, são oferecidas graduações em logística, ciências contábeis, administração entre outras, além de vários MBA´s correlatos, incluindo parcerias com centro de ensino superior nos Estados Unidos. 


Não restam dúvidas sobre a atualidade do curso de comércio exterior, e o campo de trabalho para os profissionais está aberto, porque a demanda é muito grande. A profissão é atrativa e a tímida inserção do Brasil no comércio internacional urge que mais e mais jovens abracem esta carreira.

Quer se dedicar ao comércio exterior? Comece sua carreira profissional agora!

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