text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Brasil registra queda na taxa de analfabetismo, aponta IBGE

      
Queda foi registrada em todas as regiões do país, com exceção da Região Norte
Queda foi registrada em todas as regiões do país, com exceção da Região Norte  |  Fonte: Shutterstock

O Brasil registrou queda na taxa de analfabetismo, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituito Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta sexta-feira, 25. De acordo com o estudo, 8% dos brasileiros com 15 anos ou mais não sabiam ler ou escrever em 2015 – em 2014, a taxa era de 8,3%.

Leia também:
» Cai o número de analfabetos no Brasil, segundo pesquisa
» Brasil tem queda no índice de analfabetos, diz pesquisa
» Taxa de jovens analfabetos caiu 88,8% em 23 anos, diz Unicef

A taxa vem diminuindo gradativamente ao longo dos últimos anos, registrando 8,3% em 2014, 8,5% em 2013 e 8,7% em 2012. O Pnad apontou ainda que a queda foi registrada em todas as regiões do país, com exceção da Região Norte, no qual foi visto um avanço de 9% para 9,1%. Porém, a região que apresenta o maior percentual é a Nordeste, com 16,2%. Há variações na taxa de analfabetismo conforme a idade. Entre 15 e 19 anos, o percentual é de 0,8%, entre 60 anos ou mais o número dá um salto para 22,3%.

A taxa de analfabetos funcionais – pessoas que possuem 15 anos ou mais, mas tiveram menos de quatro anos de estudo formal – também registrou queda indo de 17,6% em 2014 para 17,1% em 2015. Houve também um crescimento de 20% na escolaridade média dos brasileiros de dez anos ou mais, indo de 6,5 anos de estudo em 2004 para 7,8 anos.

Houve também aumento no número de pessoas com diploma entre a população com 25 anos ou mais que foi de 13,1% para 13,5%. O de pessoas com o ensino fundamental completo variou de 9,5% para 9,6% e o com ensino médio completo foi de 25,5% para 26,4%.

A taxa de escolarização entre crianças de 4 e 5 anos foi de 82,7% para 84,3%, entre as 6 a 14 o número oscilou de 98,5% para 98,6% e entre os jovens de 15 e 17 ela passou de 84,3% para 85%.


Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.