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O que falar e o que não falar em uma entrevista de emprego por telefone

      
O que falar e o que não falar em uma entrevista de emprego por telefone
O que falar e o que não falar em uma entrevista de emprego por telefone  |  Fonte: Universia Brasil
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Em um processo seletivo de emprego, entrevistas são realizadas para avaliar as competências técnicas e aspectos comportamentais do candidato. Com elas, é possível avaliar se o profissional tem o perfil alinhado ou não com a cultura organizacional da empresa contratante.

Promovidas, antigamente, apenas presencialmente, hoje, realizar entrevistas por telefone ou outras plataformas digitais vem se tornando cada vez mais comum. Seja como fase final, ou como etapa de triagem, a conversa a distância tem a mesma importância do que os encontros pessoais, mas muitos candidatos não a levam a sério – talvez, por não entenderem sua relevância em um processo seletivo.

Para ajudar um pouco, vejam o que vocês podem falar e o que não podem falar em uma entrevista de emprego por telefone:

PODE FALAR

“Estou ocupado, podemos marcar um horário?”
Recrutadores costumam ligar sem aviso prévio. Por isso, é comum que os candidatos estejam ocupados com outras funções no momento em que recebem a ligação. Basta explicar a situação e pedir para reagendar a entrevista para um horário em que esteja livre e sinta-se à vontade para falar.

“Estou interessado”
O candidato precisa demonstrar interesse na oportunidade para a qual está concorrendo – não falar apenas quando indagado sobre o interesse, mas também mostrar curiosidade sobre algumas características da empresa e da vaga, perguntar sobre algo que tenha gerado dúvida etc.

“Não sei, mas posso aprender”
Provavelmente, o candidato será questionado sobre suas habilidades e funções e, também, sobre aspectos da vaga. Quando não souber algum termo ou técnica, o profissional deve responder que não sabe, mas que está apto a desenvolver-se no tema.

“Quais são os próximos passos?”
A entrevista por telefone pode não ser a fase final do processo. Por isso, o candidato deve perguntar sobre os próximos passos ou se precisa fazer alguma coisa para as próximas etapas.

“Como posso me preparar?”
Recrutadores gostam de candidatos proativos. Por isso, não há mal nenhum em perguntar sobre como se preparar para as próximas etapas do processo. As perguntas podem ser sobre vestimenta, atividades a serem realizadas ou qualquer outra dúvida do profissional.

“Obrigada”/Obrigado
O candidato deve agradecer a oportunidade de ser selecionado para o processo e eventuais elogios que o recrutador disser. A educação é um dos aspectos comportamentais avaliados em entrevistas por telefone.

O QUE NÃO FALAR

“Não lembro dessa vaga”
É comum que profissionais se inscrevam em diversos processos seletivos ao mesmo tempo. No entanto, não podem cometer o erro de esquecerem-se de alguma vaga, especialmente quando o recrutador liga a respeito da oportunidade. Se não se lembrar de jeito nenhum sobre, o candidato não deve citar, mas sim fazer perguntas estratégicas para saber um pouco mais sobre a oportunidade, como “não entendi alguns requisitos, pode repassar para mim, por favor?”.

“Que empresa é essa?”
Em nenhuma ocasião o candidato deve perguntar sobre o nome ou negócio da empresa. O recrutador espera que o profissional tenha se candidatado para vagas alinhadas ao seu perfil e que, após a inscrição, tenha pesquisado sobre a organização.

“Não posso mais responder, pode me ligar mais tarde?”
Quando o candidato aceita conversar naquele momento, não pode demonstrar pressa. Entrevistas por telefone podem demorar como as presenciais. Falar rápido ou mostrar-se distraído é um ponto negativo. Por isso, é importante reagendar quando não estiver disponível ou não se sentir à vontade naquele momento.

“Me ligue a noite”
Recrutadores também trabalham em horário comercial. Por isso, no momento em que reagendar a entrevista, o candidato deve ter em mente que as datas e horas propostas devem ser no período comercial – das 8h às 18h. Pedir para entrar em contato no período da noite pode não ser bem interpretado pelo entrevistador.

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