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Sonhar como um mundo melhor é possível: trabalho em ONG

      
O trabalho em ONG é muitas das vezes um trabalho voluntário.
O trabalho em ONG é muitas das vezes um trabalho voluntário.  |  Fonte: iStock

O trabalho em ONG é muitas das vezes um trabalho voluntário. Na maioria dos casos, só quem é remunerado numa Organização não-governamental são os membros da diretoria. Basicamente, trabalhos humanitários demandam pessoas desinteressadas com objetivos nobres de ajudar o próximo. 


Mas este desinteresse e nobreza de sentimentos, não impede as empresas de identificarem naqueles que já se dedicaram a um trabalho em ONG, de forma voluntária, profissionais pró ativos que sabem trabalhar em equipe.


Em outras palavras, ter realizado trabalhos voluntários se reverte em capital simbólico para o candidato a uma vaga de emprego, pelo que esta atividade proporciona de experiência concreta e também pelo que diz da personalidade do candidato. 


Ver https://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2018/10/26/1162577/afinal-trabalhar-voluntario-apos-formacao.html


Num momento, em que mais e mais os recrutadores atentam para as qualidades de inteligência emocional dos candidatos, o trabalho em ONG se torna o ambiente ideal para o candidato desenvolver a mesma e ainda conhecer a si próprio.


OUTRAS POSSIBILIDADES DO TRABALHO EM ONG


Além dos ganhos óbvios de valorização do currículo, trabalhar em ONG pode aumentar bastante o Networking. Na maioria das vezes, o trabalho voluntário envolve deslocamentos. E deslocamentos no sentido amplo da palavra. Seja de um bairro para uma comunidade carente; de um estado para outro estado afligido por desastres naturais, ou ainda de uma país para outro, menos desenvolvido.


Quando alguém sai do seu círculo social e se envolve em trabalhos desta natureza, em lugares que ele nunca imaginaria estar de outra forma, ocorre uma expansão natural do Networking e até mesmo da visão de mundo particular de cada um. 


Estudos apontam que viajar pode sim trazer um enorme ganho educacional para adultos e crianças, pois viajar proporciona várias experiências e aprendizados práticos, o que seria mais eficiente do que um aprendizado dentro das quatro paredes da sala de aula. A edição digital do El País de 03 de Maio de 2019,  explora este tema.


Ver https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/29/actualidad/1556545738_334385.html


Além disso, conhecer outras culturas e classes sociais desenvolve a tolerância em relação às diferenças. Na realidade, o voluntário que se desloca para uma comunidade carente ou país distante, se vê na situação de ser uma minoria, proporcionando assim empatia por aqueles que são minoria em seu país ou cidade de origem. 


Toda esta experiência adquirida através do trabalho em ONG é direcionada para o ambiente empresarial, que mais do que todos precisa de profissionais que “pensem fora da caixa”. Em outras palavras, profissionais que consigam olhar para os problemas e desafios do trabalho de uma perspectiva inovadora.


Em artigo do dia 19 de Novembro de 2013 publicado na Revista Exame, o Filósofo Clóvis de Barros Filho, professor de ética da Escola da Comunicação e Arte da USP, aponta para a importância do “pensar fora da caixa” no ambiente de trabalho.


Ver https://exame.abril.com.br/carreira/hora-de-desmontar-a-caixa/


O trabalho em ONG, além de apontar para a realização do sonho de um mundo melhor, é na verdade uma necessidade que trará vantagens não somente humanitárias para aquele que o empreende, mas também vantagens práticas para as empresas que contratarem o profissional que possuir este tipo de experiência.


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