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Estudar no exterior: o que o currículo tem a ganhar

      
Alguns estudos, como um MBA já exigem proficiência na língua
Alguns estudos, como um MBA já exigem proficiência na língua  |  Fonte: Shutterstock
  • Há décadas o mercado de trabalho valoriza no currículo de um candidato a decisão de estudar no exterior.
  • Fazer o ensino superior, um curso de extensão, uma pós- graduação, um curso de línguas ou até mesmo um doutorado no exterior é e sempre foi muito valorizado nos processos seletivos.
  • Transpor os desafios que realizar esse desejo impõe, por si só já é uma prova de dedicação e da busca pelo autodesenvolvimento.

Estudar um curso de língua no exterior provavelmente hoje representa uma das formas mais rápidas e acessíveis para turbinar um currículo. Cursar línguas não requer conhecimento prévio da própria língua a ser estudada e, portanto exige apenas planejamento financeiro e de tempo.

A decisão de fazer cursos de extensão, extracurriculares ou complementares fora do país é certamente um valioso diferencial competitivo no mercado corporativo.

Para melhor absorver o conteúdo que esses cursos têm a oferecer, é importante que o profissional já tenha um conhecimento prévio mínimo da língua. Se por um lado alguns cursos exigem proficiência atestada na língua estrangeira, outros, por fim, dão mais relevância à íntima relação com os interesses pessoais do profissional.

Em outras palavras, para o seu currículo contar uma história consistente sobre você, você pode buscar um curso complementar na França sem nunca ter falado francês, desde que ele esteja altamente alinhado com um determinado interesse pessoal.

Já a decisão de cursar o ensino superior ou qualquer tipo de pós graduação, seja um MBA, ou doutorado, um pós doutorado, exige maior planejamento de tempo e dinheiro, uma vez que a proficiência na língua estrangeira é determinante.


Em todos os casos, estudar fora do país é relevante para o histórico curricular de um profissional por vários motivos

  1. O planejamento necessário para escolher um curso e executá-lo apropriadamente demonstra que a pessoa está disposta a investir em si mesma, na busca pelo  conhecimento onde quer que ele esteja;
  2. O contato com culturas diferentes desenvolve na pessoa habilidades muito valorizadas no ambiente corporativo dos tempos de hoje, como o respeito à diversidade, a flexibilização, a adaptação e a cooperação;
  3. Amplia conhecimentos valiosos em áreas de interesse específicos do profissional, sejam eles relacionados ao objetivo de trabalho em si, ou a habilidades pessoais, hobbies e paixões;
  4. Referencia o profissional a falar com propriedade sobre o tema sobre o qual ele se debruçou, uma vez que trazer experiências e visões diferentes daquelas conhecidas são essenciais nas empresas;
  5. Sinaliza movimento e fluidez de ideias, atualmente mais valorizadas do que a rigidez e o apego excessivo a conceitos pré-definidos;
  6. Representa uma ótima oportunidade para adquirir mais independência e segurança nas suas atitudes, mais postura e persuasão;
  7. É um meio de conhecer a si mesmo e comunicar com mais clareza seus objetivos profissionais e pessoais, além de aumentar o seu senso crítico, tão essencial no meio corporativo.

Por fim, estudar no exterior entrega a um currículo o que chamamos de signalling, uma sinalização, um alerta quase inconsciente que um curso no estrangeiro dispara na cabeça do empregador.

Isso ocorre por conta da nossa forma de organização social, da grade curricular nacional não incluir ensino de outras línguas como inglês e espanhol, pelo baixo estímulo ao intercâmbio escolar, nossa relação de troca de conhecimento com o mundo é limitada e pouco fomentada, se levarmos em conta a capilaridade e a inclusão universal que propõe o ensino brasileiro.

Por todas essas barreiras, a iniciativa de estudar fora, apesar de não ser um “depósito-caução” de emprego, definitivamente é capaz de melhorar a empregabilidade em quaisquer áreas de atuação; é tida como um esforço pessoal importantíssimo em busca do autodesenvolvimento profissional e, sobretudo, pessoal.

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Infografía: 7 etapas pelas que todo estudante passa quando mora no exterior

Estudar no exterior é uma experiência incrível, mas tem seus desafios. Esteja preparado para eles.

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