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Problemas no reino dos brinquedos

      

O recall de mais de dez milhões de brinquedos da Mattel nos EUA ao longo das três últimas semanas fez mais do que chamar a atenção para a vasta gama de produtos da empresa, entre os quais há vários muito conhecidos como Elmo, Ênio, Garibaldo, Barbie e Batman. Despertou também a consciência do público para problemas de controle de qualidade dos fabricantes chineses e para o esforço incansável de corte de custos em todas as fases da cadeia de suprimentos. A Knowledge@Wharton analisa a reação da Mattel à crise, as possíveis conseqüências negativas disso e as implicações para a China.

Quando lhe perguntaram se uma das bonecas mais famosas do mundo seria afetada pelos recalls de mais de dez milhões de brinquedos pela Mattel nos EUA nas últimas três semanas, Stephen Hoch, professor de Marketing da Wharton, deu a seguinte resposta tranqüilizadora: "A Barbie é à prova de bala."

Resta saber se é possível dizer o mesmo em relação a Mattel. Embora muitos observadores elogiem a empresa por responder prontamente à crise — com desculpas do CEO e a promessa de introduzir controles mais rigorosos de segurança na fabricação dos produtos. A Mattel enfrenta vários problemas, como custos substanciais associados ao recall e a novos sistemas de monitoramento, possíveis ações e um golpe em sua reputação bem na hora em que a temporada de compras está prestes a começar.

O fato é que os dois recalls da Mattel tiveram conseqüências muito além da revista feita pelos pais no baú de brinquedos dos filhos em busca de possíveis produtos  perigosos. Eles colocaram sob lentes microscópicas poderosas questões há muito não resolvidas: a situação do controle de qualidade na China e a tendência inexorável de corte de custos na cadeia de suprimentos. "Não há dúvida de que o 'baixo custo' tem um custo", diz Marshall Meyer, professor de Administração da Wharton e especialista em China. "Trata-se de problemas de um alcance muito maior do que imaginávamos."

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

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