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Projetos da Univali recebem prêmio Raulino Reitz de Conservação da Natureza nesta terça-feira

      
Nesta terça-feira, dia 27, no Clube 12 de Agosto, em Florianópolis (SC), a partir das 20h, os projetos Garoupa e Trilha da Vida recebem o prêmio Raulino Reitz de Conservação da Natureza.

Sob a coordenação dos professores pesquisadores do CTTMar, Mauricio Hostim Silva e José Matarezi, respectivamente, os projetos são desenvolvidos em âmbito regional e nacional e vêm contribuindo significativamente para as suas respectivas linhas de pesquisa.

Desenvolvido há seis anos pelo CTTMar em parceria com a Universidade dos Açores, o Projeto Garoupa (www.cttmar.univali.br/~garoupa) possibilitou a caracterização biológica e comportamental da Garoupa Verdadeira, espécie astuta, ágil, e só encontrada em tocas nos costões, em poças de maré ou em locais submersos de difícil acesso.

"Hoje sabemos que a primeira maturação da Garoupa Verdadeira na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo acontece quando ela chega aos 45 centímetros e com peso aproximado de dois quilos. Já o período reprodutivo acontece nos meses de verão, com desova nos meses de novembro e dezembro", explica o professor do CTTMar e coordenador do projeto, Maurício Hostim Silva.

Atuando como ferramenta para a educação ambiental em unidades de conservação e áreas costeiras, o projeto "Trilha da Vida: (Re)-Descobrindo a natureza com os sentidos", desenvolvido pelos pesquisadores do Laboratório de Educação Ambiental - LEA - do CTTMar/Univali, com apoio da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e em parceria com o Movimento Verde Mar Vida, organização não-governamental sediada em Florianópolis, na Comunidade de Ribeirão da Ilha, propõe aglutinar e ligar situações virtualmente dispersas, usando como pano de fundo uma estratégia da educação ambiental comunitária como ponte entre as ciências naturais e sociais.

Por desconsiderar a visão, a proposta visa atender também um público normalmente esquecido em atividades de Educação Ambiental em Unidades de Conservações, que são os deficientes visuais e ou portadores de alguma deficiência.

"Acreditamos ser da maior importância criar as condições necessárias para que estas pessoas possam vivenciar e conhecer a riqueza da biodiversidade da Floresta Atlântica, através dos sentidos", ressalta o coordenador do projeto, José Matarezi.

Mais informações sobre as premiações com o professor Maurício Hostim Silva, pelo telefone (47) 341-7722 e com o professor José Matarezi, pelo telefone (47) 341-7723.

Fonte: Univali
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