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Orquestra Unisinos conquista público e traduz intercâmbio na Bienal de Música

      
O concerto apresentado pela Orquestra Unisinos, com regência de Roberto Duarte, no último domingo, 9/11, na abertura da XV Bienal de Música Brasileira Contemporânea, na Sala Cecília Meireles, conquistou o público carioca, que aplaudiu de pé no final e, segundo os próprios autores que estavam sendo interpretados, a Orquestra Unisinos traduziu a importância do intercâmbio que a Bienal propicia, através do convívio entre compositores e intérpretes de várias partes do Brasil. A abertura contou também com a presença do ator Antonio Grassi, presidente da Funarte e de inúmeros expoentes da música brasileira, como o homenageado Edino Krieger, Jards Macalé, Ricardo Tacuchian, Ronaldo Miranda, Sérgio Di Sabbato, Ana de Hollanda, Ernani Aguiar, Nestor de Hollanda Cavalcanti, Harry Crowl, Miguel Proença, Peter Dauelsberg, Lais de Souza Brasil, Dimitri Cervo, Tim Rescala e Calimério Soares.

O programa interpretado pela Orquestra Unisinos reuniu as seguintes obras: ãtherius (Harry Crowl/MG), O rio e a lagoa (Calimério Soares/MG), Pattapiana (mais aplaudida da noite) (Dimitri Cervo/RS), Um gringo no Brasil (Nestor de Hollanda Cavalcanti/RJ) e Segunda sinfonia para cordas (Sérgio Di Sabbato/RJ).

Esta é a segunda vez que a Orquestra Unisinos participa da Bienal, a outra foi na XII edição, sob a regência de José Pedro Boéssio.

Fonte: UNISINOS
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