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Conhecer a si mesmo e as profissões é a melhor forma de escolher a área de atuação

      
Uma sociedade competitiva e de rápidas transformações é o cenário que encontra o jovem num momento decisivo da sua vida: o de escolher a profissão. Fatores externos somam-se às angústias características da faixa etária em que normalmente ele chega ao vestibular (entre 16 e 18 anos), quando o amadurecimento ainda não deixou claros os valores pessoais e profissionais, explicou a psicóloga Ana Maria Pereira, integrante do projeto da Orientação Profissional do curso de Psicologia da PUCRS, no lançamento da Feira das Profissões da Universidade. O evento ocorreu na manhã desta quinta-feira, 17 de novembro, na Sala VIP do prédio 41. Teve a presença de convidados e da imprensa.

Ana Maria destacou que a informação é um dos principais fatores para um processo consistente de escolha profissional. Isso significa conhecer a si mesmo, o mundo que o rodeia e as profissões em geral. É importante que o jovem tenha uma visão do mercado de trabalho dentro da perspectiva dinâmica atual. A noção de que o profissional formado tem estabilidade garantida está perdendo espaço para a certeza de que a estabilidade não existe. Mas o pessimismo pode ser substituído pela flexibilidade, pois diante desse quadro têm mais chances os profissionais que saibam aprender e estejam abertos ao novo.

Parte da ansiedade deve-se também à tendência dos jovens de idealizar a profissão que querem seguir, como se houvesse apenas uma profissão para cada pessoa. Assim, mostram-se assustados frente à possibilidade de escolher errado. A influência é outro item comum nesse processo de escolha, principalmente por parte dos pais dos vestibulandos. Estar consciente desta influência pode fazer com que o adolescente a use de forma positiva e construtiva, adequando-a aos seus próprios desejos e valores.

A posição socioeconômica também influi. É possível notar uma preocupação maior com a realização pessoal nos jovens de classes mais altas e uma inquietação com o padrão financeiro entre os de classes econômicas inferiores. O conhecimento da possibilidade de bolsas e créditos pode ser positivo no sentido de que o jovem esteja atento às suas aptidões e à realização pessoal na hora de escolher a profissão.

Fonte: Pucrs

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