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Rafãl Lucchesi apresenta na UEFS a agenda do futuro para as universidades estaduais

      
Ao abrir na manhã da última terça-feira (22), na Universidade Estadual de Feira de Santana, o seminário Qualificação Científica e Tecnológica das Universidades Estaduais Baianas e sua Inserção Regional, o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafãl Lucchesi, fez um breve histórico da evolução científica e tecnológica no Brasil, apontando a concentração desse desenvolvimento, como um política governamental, no eixo sudeste, principalmente nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Segundo ele, o atual e grande desafio das instituições de ensino superior baianas é reverter o preconceito em relação à região Nordeste.

Rafãl Lucchesi observou que, para tanto, é preciso visão estratégica. Em curto espaço de tempo é notável o progresso das universidades estaduais, que demonstram vitalidade no ensino, como também na pesquisa e na extensão. Mas, salientou, que se torna necessário estabelecer uma agenda do futuro atentando para as potencialidades regionais na qual estão inseridas as universidades estaduais, qualificando-as como centro irradiadores de desenvolvimento. Daí a inserção da secretaria no papel estratégico de coordenadora e estimuladora das ações de natureza científica e tecnológica. Sobre a UEFS, em particular, ele elogiou o programa de capacitação docente desenvolvido pela instituição, que tem recebido apoio significativo da secretaria, através da Fapesb (Fundo de Amparo à Pesquisa no Estado das Bahia).

Coube à consultora da secretaria Renê Albagli, a apresentação do projeto de Qualificação científica e tecnológica da universidades estaduais para uma configuração prospectiva de inserção regional um estudo da Universidade Estadual de Feira de Santana. O objetivo é a implementação de diretrizes qualitativas para implementação de políticas públicas, além do redirecionamento de políticas de investimento através da Fapesb. Em relação específica à UEFS, o projeto oferece subsídios para um plano institucional de pesquisa que privilegie as áreas de excelência.

Para o reitor José Onofre Boavista da Cunha, a criação da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação constituiu-se em um divisor de águas para as universidades estaduais da Bahia. Onofre lembrou que a UEFS modificou completamente o seu perfil no que se refere a capacitação docente. Tanto que, hoje, conta com 230 doutores e mais de 400 mestres, o que representa 78% de mestres e doutores no seu quadro de professores. Em relação à pesquisa contabiliza 346 projetos cadastrados na pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPPG), dos quais 40% voltados para a região do semi-árido, na qual está inserida. José Onofre destacou, ainda, a participação da UEFS nos editais de fomento da Fapesb, sendo que no último realizado, de infra-estrutura, a instituição conseguiu a aprovação de vinte projetos.

Fonte: UEFS

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