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Exposição na Unesp/Assis lembra 60 anos da libertação de Auschwitz

      
O Espaço Cultural da Faculdade de Ciências e Letras (FCL), da Unesp, campus de Assis, abriga, entre 24 de novembro e 4 de dezembro, a Exposição Fotográfica Polonaises: 60 anos da libertação de Auschwitz, que traz imagens do antigo complexo de campos de extermínio nazista.

Os professores Antonio Celso Ferreira e Tânia Regina de Luca, do Departamento de História, e Antonio Folquito Verona, de Letras Modernas, da FCL/Assis, participaram, em julho de 2000, do 50º Congresso Internacional de Americanistas, ocorrido na cidade de Varsóvia, capital da Polônia.

Aproveitando a oportunidade, no dia 13 de julho do mesmo ano, foram juntos conhecer o que restou do complexo onde funcionou, entre 1940 e 1945, os campos de extermínio nazista conhecidos genericamente pelo nome de Auschwitz (de Oswiecim, em polonês), nome da aldeia em cuja periferia o complexo fora construído.

Serão expostas cerca de 60 fotografias daquelas tiradas pelos docentes da FCL que visitaram Varsóvia. A exposição, além de enfatizar o 60º aniversário da libertação de Auschwitz, pretende contribuir para que a memória coletiva não se esqueça das atrocidades ali sistematicamente praticadas, com vistas a evitar que outras experiências semelhantes venham ainda a ocorrer na presente história humana. Sobre Auschwitz O complexo de Auschwitz era formado por 3 campos: Auschwitz I foi o principal. Abrigou os primeiros prisioneiros que eram compostos por condenados civis alemães, chegando a ter no auge do período nazista 20 mil detentos. O local possuía uma câmara de gás, um crematório, o famoso muro preto onde eram executados os prisioneiros, e ainda reunia médicos que ali desenvolveram experiências; Auschwitz II (BIRKENAU), construído para abrigar um número bem maior de prisioneiros, teve papel crucial no extermínio dos judeus.

Em suas câmaras era usado o gás Zyklon B, para acelerar o extermínio em massa. Nele, pelo menos um milhão de judeus foram assassinados. Entre as outras vítimas contavam-se cerca de 75 mil poloneses, 21 mil ciganos e por volta de 15 mil prisioneiros de guerra soviéticos; e Auschwitz III (MONOWITZ) foi construído para fornecer trabalhadores forçados a uma fábrica de borracha sintética de Buna, que pertencia ao conglomerado químico alemão I. G. Farben. Ali foram registrados 405 mil prisioneiros. Informações: Antonio Folquito Verona, pelo e-mail afolquito@terra.com.br

Fonte: Unesp/FCL/Assis

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