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Seminário busca maior reflexão sobre a orientação sexual

      
VALQUIRIA LOPES

Os altos dados de violência física e simbólica contra homossexuais e a necessidade de políticas de proteção ao Grupo dos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais (GLBT) foram tema do seminário Direitos Humanos e Orientação Sexual, que aconteceu ontem à tarde no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O encontro faz parte das comemorações que marcam o Dia Internacional do Orgulho Gay e o Dia Municipal Contra a Discriminação por Orientação Sexual.

A intenção do evento foi discutir a criação de um espaço de maior reflexão da temática com a sociedade civil, através de parcerias com universidades, poder público organizações não-governamentais (ONGs).

De acordo com Andréa Carmona, da Coordenadoria de Direitos Humanos da Secretaria Municipal Adjunta de Direitos Humanos e Cidadania de Belo Horizonte, a cada dois dias um homossexual é morto vítima de homofobia.

"Apesar de algumas conquistas na lei, a discriminação ainda é muito grande. Não queremos que as pessoas levantem bandeiras, mas que elas sejam capazes de respeitar a diversidade sexual e se conscientizem da necessidade de acabar com preconceitos já arraigados culturalmente", afirmou Carmona.

Segundo a coordenadora, algumas ações pontuais e outras permanentes já estão sendo feitas como o apoio à pesquisa de políticas de combate à discriminação e a criação de leis e decretos que estabelecem sanções e penalidades aos praticantes de preconceitos, mas muito ainda precisa ser realizado.
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