text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Professor do Instituto de Artes da Unesp expõe na X Bienal de Bogotá

      

O artista plástico e professor do Instituto de Artes da Unesp Sérgio Romagnolo, esteve na Colômbia, entre os dias 15 e 22 de novembro, para expor na X Bienal de Bogotá, onde também realizou duas palestras sobre seu trabalho.

A primeira das palestras foi ministrada no espaço cultural denominado "Lugar a Dudas". O espaço é coordenado pelo artista Oscar Mu¤oz, e serve de alojamento para artistas que moram em Calí. O local funciona também como centro de documentação, biblioteca e centro de ciclos cinematográficos. "Na semana em que eu estava lá, estava havendo um ciclo de Glauber Rocha, com projeções de seus filmes" ? comenta Sérgio. A segunda palestra foi oferecida aos alunos da Escuela de Artes Plásticas y Visuales da Universidad Nacional da Colômbia, no Museo de Arte Moderno de Bogotá (MAMBO).

Convidado por um dos curadores da X Bienal de Bogotá, o escultor brasileiro Klinger Carvalho, Sérgio Romagnolo levou três telas e dois vídeos - formando uma instalação em uma sala - que fazem parte do projeto "A Feiticeira e as Máquinas". Este é baseado na antiga série de TV "A Feiticeira". "O projeto foi crescendo e começou a surgir um romance" ? diz Sérgio Romagnolo. O romance, ainda em fase de esboço, foi utilizado por Sérgio através da apresentação de trechos do romance junto às obras expostas.

O artista, graduado pela FAAP em Licenciatura Plena em Artes Plásticas e mestre e doutor pela USP, expôs esse ano no Instituto Tomie Ohtake a exposição "O Corpo Denso das Imagens". Esta ocupou duas salas e contou com cerca 80 trabalhos que montavam uma amostra retrospectiva de seus mais de trinta anos de carreira.

Aluno de Nelson Leirner, Regina Silveira e Julio Plaza; Sérgio sofreu profunda influência de seus professores e também do consagrado Marcel Duchamp. Sua obra, na maior parte produzida em desenho, pintura e escultura, problematiza as imagens e objetos oferecidos pela indústria cultural ? a dita cultura de massa ? na qual o artista se considera invariavelmente inserido, por ter nascido em meio a ela.

Com um imaginário rico e moderno, as obras de Romagnolo redimensionam os formatos, concepções e as aparências da produção artística contemporânea. Assim, suas obras são construídas pela sobreposição de muitas imagens e idéias ou pela deformação destas, e parecem comentar e perguntar, em meio ao pastiche cultural de nossa sociedade globalizada, até que ponto um objeto, uma imagem, um dado, conseguem manter sua configuração original, sua essência.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Unesp

  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.