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UFJF debate cotas com a comunidade

      
Aconteceu hoje, no Anfiteatro de Estudos Sociais, uma audiência pública para discutir se a UFJF irá adotar o sistema de cotas. Por volta das 9h, a comunidade acompanhou a exposição do relatório elaborado pela comissão formada pelo Conselho Superior da UFJF. Outra audiência está marcada para as 19h, no anfiteatro do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

A mesa foi composta pela reitora Margarida Salomão, vice-reitor, Paulo Ferreira Pinto, secretário geral, Carlos Roberto Zacaron, assessor para assuntos institucionais, Rodrigo Esteves e o coordenador da comissão, Ignácio Delgado. A reitora explicitou a importância da decisão ter a participação da comunidade acadêmica e de interessados no assunto. "É importante que o Conselho Superior ouça vários segmentos da sociedade, para tomar a decisão sobre as cotas."

Antes de sua explanação sobre o relatório, o professor Ignácio Delgado disse que a atitude da UFJF é corajosa, já que "seria muito simples esperarmos uma decisão do Congresso Nacional e a acatarmos sem trabalho algum."

O relatório mostra o levantamento de dados coordenado por professores da Universidade. O documento relaciona a estatística de ingresso na UFJF nos últimos anos com estudos nacionais sobre renda e suas relações com as raças do Brasil.

De acordo com Ignácio, o rendimento dos vestibulandos não depende tanto do tipo de escola em que estudaram (pública ou particular), mas, sim, da falta de estímulo que os estudantes de baixa renda têm para ingressar na universidade. Baseando-se nas estatísticas do relatório, ele mostrou exemplos de alunos de escolas públicas que têm destaque nos cursos da UFJF. "O incentivo é construído em cima de si mesmo, independente da origem do aluno".

Depois da exposição do conteúdo do relatório, os membros da mesa explicaram qual a proposta inicial da UFJF, se as cotas forem adotadas: 50% das vagas para o vestibular seriam destinadas à escola pública e, dentro desse percentual, uma parte seria direcionada aos alunos negros.

Os participantes fizeram perguntas e apresentaram sugestões para os membros da mesa. Falaram alunos da UFJF, professores da rede pública e professores e servidores da universidade.

Fonte: UFJF
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