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Glicose é alternativa para produção de polímeros, aponta pesquisa em parceria com a USP

      
(Crédito: Divulgação)
(Crédito: Divulgação)

 

Pesquisa sobre a produção de polímeros epóxi de fontes renováveis, como a glicose, poderá contribuir para a criação de produtos que possam no futuro substituir os derivados de petróleo. O trabalho, realizado no NJIT (New Jersey Institute of Technology ), dos Estados Unidos, contou com a participação do professor Luiz Henrique Catalani, do IQ (Instituto de Química) da USP (Universidade de São Paulo), e dos pesquisadores do NJIT, Michael Jaffe, Antony East e Yi Zhang.

 

O bisfenol A é um composto usado na fabricação de polímeros utilizados em embalagens plásticas de alimentos, em mamadeiras e no revestimento interno de latas. O uso é proibido em diversos países, pois há estudos mostrando que o composto age no organismo como o hormônio estrogênio, podendo causar diversos problemas de saúde, como câncer, além de alterações nas funções endócrinas.

 

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que, a partir de janeiro de 2012, fica proibido o uso de bisfenol A na fabricação de mamadeiras, pois os bebês seriam os mais afetados pela ação no organismo. Como as moléculas são instáveis sob aquecimento do material, haveria a possibilidade de uma maior liberação da substância. A pesquisa, intitulada Polímeros de epóxi termofixos de recursos renováveis (Patente dos EUA 7.619.056), foi agraciada com o prêmio Thomas Alva Edison Patent 2011, nos Estados Unidos, na categoria Química de Produtos Renováveis. A patente pertence às duas instituições, USP e NJIT.


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