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Estudo feito na UFSC avalia a presença de glúten na farinha de mandioca

      
<p>   </p><p> A avaliação da presença de glúten em farinha de mandioca é o tema da pesquisa feita pela estudante do curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Gisele de Campos Ferreira, que está sendo apresentada no 21º SIC (Seminário de Iniciação Científica ) na <a href=https://ufsc.br/ target=_blank title=ufsc><strong>UFSC</strong></a> (Universidade Federal de Santa Catarina). O estudo conferiu a presença de <a href=https://noticias.universia.com.br/ciencia-tecnologia/noticia/2010/05/19/627533/pesquisa-da-ufmg-investiga-influncia-da-dieta-sem-gluten-trigo-processo-emagrecimento.html title=Pesquisa da UFMG investiga influência da dieta sem glúten de trigo sobre o processo de emagrecimento><strong>glúten </strong></a>na farinha de mandioca de diferentes marcas para comparar com o divulgado no rótulo do produto. </p><p>   </p><p> Foram testados três tipos de<strong> farinha</strong>: flocada, torrada e grossa. No resultado, 66% das farinhas do tipo flocada estavam acima dos valores permitidos pela legislação brasileira para produtos rotulados como ausentes de glúten. 33% das torradas estavam na mesma situação, e somente as do tipo grossa estavam dentro do permitido. O glúten é uma mistura de proteínas encontradas principalmente no trigo, cevada e centeio. A doença celíaca é a intolerância permanente ao glúten, causada pela atrofia total ou parcial das vilosidades da mucosa do intestino delgado proximal, prejudicando a absorção de nutrientes. O tratamento é feito por meio da exclusão total do componente na dieta. </p><p>   </p><p> A conclusão do estudo é de que como a mandioca é naturalmente sem glúten, há a necessidade de um controle de qualidade mais rigoroso das BPF (Boas Práticas de Fabricação) pelas indústrias, para evitar a contaminação cruzada destes alimentos. O correto é que a linha de produção dos alimentos sem glúten seja separada das demais. </p>

 

A avaliação da presença de glúten em farinha de mandioca é o tema da pesquisa feita pela estudante do curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Gisele de Campos Ferreira, que está sendo apresentada no 21º SIC (Seminário de Iniciação Científica ) na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O estudo conferiu a presença de glúten na farinha de mandioca de diferentes marcas para comparar com o divulgado no rótulo do produto.

 

Foram testados três tipos de farinha: flocada, torrada e grossa. No resultado, 66% das farinhas do tipo flocada estavam acima dos valores permitidos pela legislação brasileira para produtos rotulados como ausentes de glúten. 33% das torradas estavam na mesma situação, e somente as do tipo grossa estavam dentro do permitido. O glúten é uma mistura de proteínas encontradas principalmente no trigo, cevada e centeio. A doença celíaca é a intolerância permanente ao glúten, causada pela atrofia total ou parcial das vilosidades da mucosa do intestino delgado proximal, prejudicando a absorção de nutrientes. O tratamento é feito por meio da exclusão total do componente na dieta.

 

A conclusão do estudo é de que como a mandioca é naturalmente sem glúten, há a necessidade de um controle de qualidade mais rigoroso das BPF (Boas Práticas de Fabricação) pelas indústrias, para evitar a contaminação cruzada destes alimentos. O correto é que a linha de produção dos alimentos sem glúten seja separada das demais.


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