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Pesquisa feita na USP observa dinâmica florestal de mata de brejo

      
<p>   </p><p> No programa de pós-graduação em Recursos Florestais, da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da <a href=https://www.usp.br target=_blank title=usp><strong>USP </strong></a>(Universidade de São Paulo), em Piracicaba, a bióloga Marina Carboni empreendeu um <a href=https://noticias.universia.com.br/vida-universitaria/noticia/2011/10/19/879883/glicose-e-alternativa-produco-polimeros-aponta-pesquisa-em-parceria-com-usp.html title=Glicose é alternativa para produção de polímeros, aponta pesquisa em parceria com a USP><strong>estudo </strong></a>em que observou a dinâmica de um fragmento de floresta denominada paludosa, que tem a importante responsabilidade de proteger nascentes aquíferas. Mais conhecida como mata de brejo, a área estudada fica em Bauru, cerca de 330 quilômetros da capital paulista. O objetivo foi investigar o comportamento de uma floresta, as espécies fundamentais para sua manutenção e o tempo necessário à sua regeneração. </p><p>   </p><p> A mata em questão tem pouco mais de dois hectares e está inserida na Reserva Legal do Campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), que possui 132 hectares. O trecho de floresta paludosa observado está encravado entre áreas de floresta estacional semidecídua, cerradão e campo úmido, onde se encontram as nascentes de um dos afluentes do córrego Vargem Limpa, que pertence a bacia do Rio Bauru, afluente do Tietê. Estudos sobre a dinâmica de comunidades florestais que avaliam a interação de fatores bióticos e abióticos num determinado intervalo de tempo, expresso pelas diferenças nos valores de mortalidade, recrutamento e crescimento das espécies amostradas, podem fornecer informações sobre a estrutura, mudanças temporais e espaciais, além de possibilitar conhecer sobre a capacidade de regeneração e a ocorrência de perturbações em determinado local. No entanto, pouco se conhece sobre a dinâmica das comunidades Florestais Paludosas, apesar da crescente preocupação na preservação dessas formações ciliares para garantir a manutenção dos recursos hídricos. </p><p>   </p><p> A pesquisa indica que os dois grupos de espécies devem estar presentes em projetos de restauração dessas <strong>florestas</strong>. As espécies estruturadoras aparentemente tem maior potencial de reconstrução e manutenção do dossel e consequentemente do habitat florestal a longo prazo, dando assim condições ao estabelecimento de outras espécies e formas de vida característicos da Floresta Paludosa. O que constatamos é que a regeneração natural é mais complicada para as matas de brejo. São florestas muito sensíveis e esse estudo possibilita entendermos o comportamento dessas espécies para e direcionar projetos de restauração com maior eficiência. </p>

 

No programa de pós-graduação em Recursos Florestais, da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP (Universidade de São Paulo), em Piracicaba, a bióloga Marina Carboni empreendeu um estudo em que observou a dinâmica de um fragmento de floresta denominada paludosa, que tem a importante responsabilidade de proteger nascentes aquíferas. Mais conhecida como mata de brejo, a área estudada fica em Bauru, cerca de 330 quilômetros da capital paulista. O objetivo foi investigar o comportamento de uma floresta, as espécies fundamentais para sua manutenção e o tempo necessário à sua regeneração.

 

A mata em questão tem pouco mais de dois hectares e está inserida na Reserva Legal do Campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), que possui 132 hectares. O trecho de floresta paludosa observado está encravado entre áreas de floresta estacional semidecídua, cerradão e campo úmido, onde se encontram as nascentes de um dos afluentes do córrego Vargem Limpa, que pertence a bacia do Rio Bauru, afluente do Tietê. Estudos sobre a dinâmica de comunidades florestais que avaliam a interação de fatores bióticos e abióticos num determinado intervalo de tempo, expresso pelas diferenças nos valores de mortalidade, recrutamento e crescimento das espécies amostradas, podem fornecer informações sobre a estrutura, mudanças temporais e espaciais, além de possibilitar conhecer sobre a capacidade de regeneração e a ocorrência de perturbações em determinado local. No entanto, pouco se conhece sobre a dinâmica das comunidades Florestais Paludosas, apesar da crescente preocupação na preservação dessas formações ciliares para garantir a manutenção dos recursos hídricos.

 

A pesquisa indica que os dois grupos de espécies devem estar presentes em projetos de restauração dessas florestas. As espécies estruturadoras aparentemente tem maior potencial de reconstrução e manutenção do dossel e consequentemente do habitat florestal a longo prazo, dando assim condições ao estabelecimento de outras espécies e formas de vida característicos da Floresta Paludosa. O que constatamos é que a regeneração natural é mais complicada para as matas de brejo. São florestas muito sensíveis e esse estudo possibilita entendermos o comportamento dessas espécies para e direcionar projetos de restauração com maior eficiência.


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