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Música pode ser ferramenta de ensino em cursos de Medicina, de acordo com pesquisa da USP

      
<p>   </p><p> Utilizar <a href=https://noticias.universia.com.br/vida-universitaria/noticia/2011/07/01/841647/usp-desenvolve-tecnica-musicos-em-estudo-da-percepco.html title=USP desenvolve técnica de músicos em estudo da percepção><strong>canções </strong></a>como ponto de partida para debater problemas cotidianos pelos quais os médicos passam, seja na vida profissional ou na pessoal. Essa é a proposta de um recente estudo desenvolvido pelo pesquisador <strong>Marco Aurelio Janaudis</strong>, da <a href=https://www.usp.br target=_blank title=USP><strong>FMUSP </strong></a>(Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), a partir de aulas e entrevistas com alunos do internato médico da Faculdade de Medicina de Jundiaí, no interior de São Paulo. A música tem o poder de funcionar como um facilitador do diálogo, fazendo o aluno perceber que pode falar de outras coisas, não ficando fechado apenas nas discussões técnicas. </p><p>   </p><p> De acordo com o pesquisador, um dos maiores benefícios da música como instrumento pedagógico é auxiliar na humanização da carreira médica, uma questão que vêm sendo muito debatida recentemente. Logo que entra no curso, o estudante de medicina tem uma vontade muito grande de ajudar os pacientes. Porém, esse contato só acontecerá quando ele já estiver no final da graduação, o que volta sua preocupação para a técnica, de maneira que muitas vezes ele até esquece os valores que o fizeram chegar até ali. A arte traz o estudante de volta para essa atmosfera reflexiva, que não é costumeiramente encontrada na academia durante a graduação. </p><p>   </p><p> A pesquisa foi feita com base nas experiências relatadas por doze estudantes do módulo em Medicina de Família do internato médico, em entrevistas que foram gravadas, transcritas e posteriormente analisadas. A experiência causou nos alunos a percepção de que a formação humanista precisa ser mais abordada. Não é preciso uma cadeira específica pra discutir o assunto. O ideal é que a humanização permeasse as disciplinas, uma vez que cada professor serve como exemplo (ou contra exemplo) para algum aluno. Para o pesquisador, é preciso que exista uma mudança de postura tanto da parte dos alunos quanto dos docentes. </p>

 

Utilizar canções como ponto de partida para debater problemas cotidianos pelos quais os médicos passam, seja na vida profissional ou na pessoal. Essa é a proposta de um recente estudo desenvolvido pelo pesquisador Marco Aurelio Janaudis, da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), a partir de aulas e entrevistas com alunos do internato médico da Faculdade de Medicina de Jundiaí, no interior de São Paulo. A música tem o poder de funcionar como um facilitador do diálogo, fazendo o aluno perceber que pode falar de outras coisas, não ficando fechado apenas nas discussões técnicas.

 

De acordo com o pesquisador, um dos maiores benefícios da música como instrumento pedagógico é auxiliar na humanização da carreira médica, uma questão que vêm sendo muito debatida recentemente. Logo que entra no curso, o estudante de medicina tem uma vontade muito grande de ajudar os pacientes. Porém, esse contato só acontecerá quando ele já estiver no final da graduação, o que volta sua preocupação para a técnica, de maneira que muitas vezes ele até esquece os valores que o fizeram chegar até ali. A arte traz o estudante de volta para essa atmosfera reflexiva, que não é costumeiramente encontrada na academia durante a graduação.

 

A pesquisa foi feita com base nas experiências relatadas por doze estudantes do módulo em Medicina de Família do internato médico, em entrevistas que foram gravadas, transcritas e posteriormente analisadas. A experiência causou nos alunos a percepção de que a formação humanista precisa ser mais abordada. Não é preciso uma cadeira específica pra discutir o assunto. O ideal é que a humanização permeasse as disciplinas, uma vez que cada professor serve como exemplo (ou contra exemplo) para algum aluno. Para o pesquisador, é preciso que exista uma mudança de postura tanto da parte dos alunos quanto dos docentes.


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